sábado, 28 de fevereiro de 2009
Congresso do Partido Socialista
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
A minha rua

Autárquicas 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Causas fracturantes
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
É malha-los!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Carnaval sem sátira, sem gajas nuas e quase sem minis



O mundo à janela
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Fragâncias
Aselhice
domingo, 22 de fevereiro de 2009
E gajas nuas? Porque é que não há gajas nuas?!





sábado, 21 de fevereiro de 2009
Manipulações

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
O que é que a Elisa tem?
O poder local e a crise
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
2º Aniversário
A falta de liberdade está a passar por aqui!
Mamãs extremosas
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Multiculturalismo
Causas menores

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
A reforma pró-activa
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
A reacção previsivel
É urgente reciclar os ecologistas.


domingo, 15 de fevereiro de 2009
X coração

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
A moral, a moralização e outros pecados
Este post do meu amigo Albino no seu Estremoz em Debate motivou as mais variadas reacções. De concordância a maior parte, o que atendendo ao público-alvo não é de espantar, e outras que nem por isso. Inclusivamente alguém manifestou, sob a forma de comentário, o seu desagrado e também a sua ignorância relativamente à matéria acerca da qual o Albino dissertou.
Fez-se passar a ideia, com sucesso diga-se, que a moralização da administração pública passaria por uma reforma que, entre outras coisas, iria acabar com as promoções automáticas na carreira dos funcionários e que essas subidas passariam a ter apenas em consideração o mérito de cada um. Nada mais falso, como sabem os que conhecem estas coisas, porque nunca houve na administração pública promoções automáticas. Todo o processo de subida de categoria era precedido de um concurso, que obedecia a formalidades diversas que foram variando ao longo do tempo e dos humores dos governantes.
De forma automática e apenas condicionada pela obtenção de classificação de serviço nunca inferior a bom, era a progressão na carreira. Método que veio substituir, em 1989, as antigas diuturnidades que existiam desde tempos imemoriais na função pública e que ainda hoje são usadas em muitas empresas do sector privado.
A tão propalada reforma não veio alterar estes princípios. Pelo menos da forma radical que é anunciada e que muitos – coitados – gostariam que fosse. Aquilo que o governo fez foi alargar em muito o tempo necessário para a tal progressão automática e conceder aos dirigentes um poder discricionário – ou se quisermos discriminatório – acerca de quem deve ou não ser promovido ou progredir na sua carreira, como muito bem escreve o Albino.
Concluindo, actualmente o nabo com cartão do partido ou a gaja boazona que o dirigente máximo do serviço – qualquer que ele seja - anda a comer, continua a subir de forma automática, muito mais rapidamente e a ter aumentos maiores do que antes o funcionário competente. E quem diz a boazona diz um qualquer paneleiro, se o tal dirigente for desses, porque aqui pelo blogue não há discriminações.
Ou melhor. Haver até há, mas fica sempre bem dizer que não há.
Desculpas...
Apesar da crise, dos despedimentos e dos sucessivos encerramentos de empresas, parece haver ainda empresários patrões que necessitam recrutar pessoal e não encontram ninguém disposto a trabalhar nas suas empresas. Ao que garantem, a culpa será do chorudo subsídio de desemprego que generosamente é atribuído aos desempregados e que motiva pouca apetência aos beneficiários desta prestação social em aceitar qualquer emprego mal remunerado.
Não sei se os empresários patrões lusos terão ou não razão naquilo que afirmam. O que me parece é que, como dizia o amigo Simão Serafim¹, o exemplo tem de vir de cima e de cima há muito que não aparece nenhum exemplo de jeito, nem que mereça ser seguido quando a matéria a tratar é aproveitamento da coisa pública. Perante tudo o que se tem visto, lido e ouvido nos últimos tempos, quem pode criticar que alguém opte por ficar em casa e receber praticamente o mesmo dinheiro não trabalhando em vez de aceitar um emprego com um salário de miséria?!
Nem desconfio se situações dessas ocorrem com frequência. O que me parece estranho é que, sendo o mercado que comanda o funcionamento da economia e havendo escassez de mão-de-obra, não interessando para aqui o motivo, os salários não aumentem e os empresários patrões que disso se lamentam não subam o valor das remunerações pelas quais pretendem contratar trabalhadores continuando a insistir em oferecer o salário mínimo…
¹ Alguns sabem do que estou a falar e lembram-se da tirada, de todo inesperada, que deixou boquiabertos os que assistiam a uma célebre reunião no Teatro Bernardim Ribeiro…
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
No tempo do Eça estas coisas resolviam-se à bengalada. Essa é que é essa!
A detenção em flagrante delito não parece ter sido suficiente para desmotivar um bando que, tudo indica, continua a andar por aí. Segundo alguns rumores, terão sido novamente avistados cidadãos estrangeiros a rondar pelos bairros do Monte da Razão, Quinta das Oliveiras e da Salsinha, locais onde ainda recentemente foram assaltadas várias residências e duas mocinhas, vindas do leste europeu para exercitar as artes do gamanço, foram apanhadas com a boca na botija. Ou, talvez seja mais apropriado, com a mão na massa.
Claro que esta malta pode, com toda a legitimidade continuar a passear-se e a desenvolver a actividade que as trouxe até cá. Por mais assaltos que pratiquem e por mais vezes que sejam apanhadas haverá sempre alguém que se encarregará de as devolver à liberdade. Afinal vivemos num país livre e onde as mais amplas liberdades, garantias e direitos são assegurados a quase todos. Pelo menos aos que cometem algum tipo de crime.
Já os potenciais alvos desta rapaziada estão por sua conta e risco. Apesar dos avisos das autoridades, pouco ou nada poderão fazer para proteger os seus pertences da cobiça alheia. Acredito que não seja a melhor solução mas, a continuar assim, parece inevitável a organização de passeios de moradores pelas ruas do bairro. Cada um, como no tempo do Eça, munido de uma bengala. O que, para além de não ser proibido nem constituir nenhum crime, pode ser uma óptima maneira de resolver qualquer questiúncula como na época Queirosiana se resolviam os mais variados diferendos. À bengalada.