sábado, 8 de fevereiro de 2014

Deixem a porra do sinal em paz!


O sinal que este poste sustenta será, provavelmente, o mais odiado da cidade. O desgraçado já foi mandado a baixo pelo menos três vezes. E a próxima, a julgar pelo aspecto do cimento que o prende ao chão, não deve tardar. Trata-se de um “stop” pelo qual algum vizinho – sim, isto é aqui para os meus lados – mais apressado não nutre especial simpatia. Compreendo o aborrecimento de ter que parar durante uns segundos. É chato. Se fossem os outros a fazê-lo, tivessem ou não pressa, seria muito melhor. Mas caro leitor – a julgar pelo comentário deixado no post que escrevi da outra ocasião em que o sinal foi derrubado, o autor da proeza deve dar uma olhadela pelo Kruzes de vez em quando – indigne-se antes com a profusão de “sentidos proibidos” que espalharam nesta zona da cidade. É que graças aos burros que decidiram que devíamos andar às voltinhas pelo bairro, já devemos, cada um dos moradores, ter percorrido, nestes seis ou sete anos, uns largos milhares de quilómetros. Para ir ter ao mesmo sitio.

6 comentários:

  1. Esta é mesmo a mesmo de Alentejano! Porra..........

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  2. Deite-se abaixo ... o vizinho.

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    1. Há tantas outras coisas para deitar abaixo...

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  3. Pois é...aprressadinhos da silva:):):)

    Mas também te digo que 90% dos sinais são tão bem "enterrados" que há tempos houve aqui uma barracada que podia ter causado problemas: um grupo de putos resolveram virar todos os sinais, só dois é que não rodaram. Estás a ver a cena? Bem...dois deles são daqui bem pertinho e vieram rua abaixo à lapada que até me doeu:):):)

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    1. A este, depois de três quedas, reforçaram-lhe a base. Ainda assim não me parece que se aguente em pé muito tempo...A julgar pela imagem o "apressadinho" vou a atacar.

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