quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Dia Mundial da Poupança
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
O comentador desgraçado
sábado, 27 de outubro de 2007
Audiências
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Vernissage
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
A fome presente e a fartura futura
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Espelho meu...Quem é mais vândalo que eu?
Apesar de aparentemente inofensivos os sinais de trânsito são um alvo frequente da fúria de uns quantos energúmenos que por aqui vão vivendo a sua vidinha inútil, miserável e à qual, para bem da sociedade, se recomenda que ponham urgentemente um fim. Triste de preferência.
Desta feita coube a um espelho, colocado num cruzamento da cidade, ser atacado. As causas do ataque são desconhecidas mas, calcula-se, que reflectiu uma imagem de que alguém não gostou. Oxalá tenha sete anos de azar. Ou até mesmo mais!
domingo, 21 de outubro de 2007
Diz que é uma espécie de racismo positivo
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Lisboa profunda
A expressão “Alentejo profundo” utilizada quase sempre sem nexo, por ignorantes armados ao pingarelho, irrita-me solenemente. Aborrece-me, desagrada-me e é uma coisa que me chateia.
Mais uma vez, a propósito de um estudo recentemente divulgado e que associa a pobreza à desertificação, é dado o exemplo, em várias análises que se fizeram ao dito trabalho, de “S. Bento de Ana Loura freguesia do concelho de Estremoz, lá no Alentejo profundo...”.
Desconheço que unidade de medida é utilizada por estas bestas para medir a “profundidade” de um determinado local ou região do país, desconfio no entanto que, seja ela qual for, não está normalizada. Ou então nunca foi utilizada em zonas como o Bairro do Cabrinha, Musgueira, Chelas, Cova da Moura, Quinta do Mocho e outras lá para os lados da Lisboa profunda...
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
A mala
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Os blogs que ninguém lê
domingo, 14 de outubro de 2007
Fervor comercial
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Consumidor protegido
Os consumidores portugueses estão cada vez mais exigentes e atentos, fazendo valer os seus direitos sempre que se sentem lesados. Há até mesmo quem, não sendo atendido da forma que lhe parece mais correcta, parta o equipamento do comerciante, destrua a mercadoria exposta, dê uma sova no empregado, um enxerto de porrada no patrão, distribua uns valentes tabefes pela restante clientela e, antes de sair, no uso dos seus direitos de cidadania, exiga o livro de reclamações.
É claro que o pacato consumidor pode sempre contar com o apoio da familia e das autoridades, caso o comerciante se arme em parvo e se lembre de recalcitrar.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Rivalidades
A rivalidade entre vizinhos, sejam pessoas, localidades ou instituições, sempre existiu e, a menos que surge uma significativa mudança no comportamento humano provocada pelas alterações climáticas ou qualquer outro problema da moda, continuará a existir enquanto o homem povoar o planeta.
Argumentarão alguns que essa rivalidade é salutar e mostra que as pessoas amam aquilo que é seu e valorizam-no aos olhos dos outros. Pode ser. No entanto o passado ensina-nos que esse sentimento nunca trouxe nada de bom.
Não faz por isso qualquer sentido que se fomentem estas rivalidades, principalmente quando os motivos para rivalizar são pouco mais que ridículos e não vão além da mercearia que fia mais que a outra, da tasca da esquina que tem os melhores coiratos dos arredores ou do campo de berlinde que tem os buracos mais fundos.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Abaixo o irs
Numa iniciativa aparentemente simpática, alguns municípios tem vindo a reduzir a sua participação no irs, aliviando assim os contribuintes residentes na sua área de jurisdição de algumas dezenas ou, conforme os rendimentos ou o valor da redução, centenas de euros.
Esta medida não se deve ao facto de os cofres municipais estarem sem espaço para acomodarem mais notas nem, ao que se sabe, à situação financeira das autarquias ter evoluído de tal forma que exista um excedente de receita.
O argumento mais frequentemente utilizado é o do combate à desertificação e à necessidade de fixar população ou, até mesmo, chamar novos habitantes seduzidos com uma redução do imposto que pode chegar até ao cinco por cento.
A bondade desta medida não poderá ser constatada a curto prazo. Parece no entanto pouco provável que os jovens, terminados os estudos, se fixem na sua terra se esta em vez de emprego apenas tiver para lhes oferecer uma redução de impostos. Ou que um trabalhador, daqueles que pagam impostos, faça a sua opção profissional em função dessa variante.
Arrisco-me a prever que esta medida nos municípios onde for tomada, contribuirá para fazer retornar à sua terra, pelo menos em termos de morada oficial, muitos dos recém reformados que, em busca de melhores condições de vida ou, simplesmente, porque lhes apeteceu, a abandonaram enquanto jovens. O que até nem é necessariamente mau.
domingo, 7 de outubro de 2007
Os não derramados
sábado, 6 de outubro de 2007
O "atravessamento"

A separação
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Os cultos...Ou não!
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Uma questão de tamanho
Pela primeira vez em vinte anos a taxa de desemprego em Portugal é superior à verificada em Espanha. O que vem dar crédito à teoria que, para além dos preservativos, em Portugal há outras coisas maiores que as existentes do outro lado da fronteira.
E não só maiores, mas também melhores. Atente-se no caso em apreço, o desemprego. O nosso é bem melhor. Dura muito mais.