A Europa está a ficar um lugar estranho. E perigoso, também. As imagens que nos chegam do Reino Unido são especialmente perturbadoras. Não tanto pela pancadaria, manifestações, protestos de diversos sectores ou violência sobre pessoas e bens. Isso acontece por todo o lado e a toda a hora. O preocupante, neste caso em especifico, é a repressão que está a ser exercida em nome daquilo que resolveram chamar “discurso de ódio”. Alegadamente estarão a ser detidas pessoas que postaram – ou, simplesmente, partilharam – comentários, fotos e até, pasme-se, “memes” em que manifestam o seu desacordo com o comportamento anti-social daqueles que demandaram a Europa para fugir à miséria. Ou, não sejamos anjinhos, com outros fins muito menos lícitos. No entanto – e aí não estranho nada – quando o tal “discurso de ódio” é dirigido aos nativos europeus já não passa nada. Deve ser discurso do bem, esse.
A demografia vai, mais cedo do que tarde, fazer o seu papel e o continente europeu acabará por ficar sob o domínio muçulmano. Começo a pensar que, por este andar, tal ocorrerá ainda no meu tempo de vida. Confesso que, de certa forma, dar-me-ia algum gozo. Nomeadamente poder assistir ao tratamento que os governos constituídos por essa malta irão dar aos grupos de gente esquisita que tanto os apoiam. Lamento, apenas, pelas mulheres. Embora muitas que andam por aí a manifestar-se em defesa dessas causam, estejam mesmo a pedi-las. Depois não se queixem.



















