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quarta-feira, 17 de setembro de 2025

Malucas dos gatos

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Durante muito tempo andei aqui a pregar contra a merda de cão que enxameia os passeios. Não é que tenha desistido do tema ou que as ruas das nossas cidades estejam mais limpas. Nem uma coisa nem outra. Digamos, antes, que me têm surgido novas embirrações de estimação. Entre elas, as embirrações, estão as gajas dos gatos. São tão detestáveis quanto os donos dos canitos que levam os bichos a cagar à rua. Aquelas malucas conseguem fazer ainda pior. Percorrem a cidade a alimentar os bichanos, alegadamente, vadios. Outras, menos aventureiras, limitam o seu raio de acção às imediações das respectivas residências. Espalham pratos de comida, caixas de plástico com água e, algumas, até casinhas todas catitas para os pequenos felinos se abrigarem do fresco da noite. Umas tontas, mas se alguém ousar dizer-lhes que alimentar colónias de gatos é capaz de não constituir uma ideia assim tão boa, que se prepare para a sua fúria. Porque elas não são apenas alimentadoras — são guerreiras do bem, mártires do whiskas e guardiãs dos bigodes. Quase diria que nessas malucas encarnou o espírito de uma gata. Velha, como a maioria delas.

segunda-feira, 3 de março de 2025

Num passeio perto de si...

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As malucas dos gatos – também haverá um ou outro maluco e, provavelmente, algum maluque - estão por todo o lado. Mas, como salta à vista de quem quer ver, são principalmente mulheres a quem, na falta de melhor entretenimento, dá para andar por aí a contribuir para o aumento da população de bichos das mais variadas espécies. Umas porcazinhas, a atirar para o badalhoco, que vão conspurcando a cidade com a sua maluquice. Não há quem ponha cobro a isto? Nem que seja, sei lá, um funcionário da Junta de Freguesia, da Câmara Municipal ou de uma empresa contratada para o efeito a recolher esta tralha?! Admito que pontapear esta porcaria até possa constituir diversão, mas parece-me manifestamente pouco...

domingo, 10 de novembro de 2024

Gateiras malucas

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Mais sólida ou mais liquida é todos os dias este o cenário com que me deparo no meu quintal. Ultimamente tem sido assim. O bichano anda de diarreia. Alguma coisa lhe caiu mal, certamente. Significa isto que as malucas dos gatos que andam pela cidade a alimentar a bicharada – ou aqui as do bairro, que também as há - não os estão a tratar de forma conveniente. Vejam lá isso.
Não tenho gatos, não quero ter gatos e não quero ter merda de gato no meu quintal. É uma coisa que me aborrece ver aquilo que semeio ou planto constantemente desenterrado, destruído e conspurcado pela gataria das redondezas. Os vadios, quero acreditar, que algumas doidas varridas fazem questão de abrigar e alimentar. Demasiado tempo livre que, digo eu, podiam ocupar de outra forma. Se não têm com quem, instalem o Tinder. Ou, se já não têm interesse nessas coisas, leiam um livro.

segunda-feira, 29 de julho de 2024

Atirei o pau ao gato...e um dia hei-de acertar-lhe!

E pronto, voltámos ao mesmo. Mais um gato vadio adoptado pela vizinha adoradora de gatos. Adoptado é como quem diz… é alimentado na via pública - à porta de casa – que dentro da habitação não terá o bichano ordem de pôr as suas patas de gato vadio. Por mim seria coisa que pouco me importaria não fosse o raio do bicho ter escolhido o meu quintal como local de eleição para arrear o calhau. Tal como, noutra ocasião, já aconteceu com outro gato sarnoso e cego de um olho que baptizei de Camões. Este - o Lombrigas - de aspecto igualmente repugnante, anda por aqui há meses. O pior é que o desgraçado deve ter um qualquer desarranjo intestinal que o faz vir, ao longo do dia, inúmeras vezes ao meu quintal. Sendo que, muitas delas, o infeliz não consegue evacuar. Ainda assim escava e destroi o que está semeado.


A queixa aos serviços municipais não deu em nada, obviamente. Calculo que não tenham pessoal. Ou vagar. Ou ambas. É que, ao contrário do que ainda acreditei - mas isso é problema meu, ninguém me manda ser parvo -  não apareceu ninguém para o capturar. Nem, sequer, para lhe fazer uma festa. No lombo.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

As rainhas da bicharada

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Ainda me lembro de quando era proibido alimentar animais errantes. Ou vadios, vá. Agora, provavelmente em consequência da vadiagem que há por aí, pelos vistos já não é. Ou, se é, ninguém se importa. Nem exporta. Daí que umas quantas malucas tenham como desígnio de vida dar comida à bicharada desvalida. E à outra, também. Que elas não são esquisitas. Não raramente até alimentam os cães e gatos que estão nos quintais e jardins dos respectivos donos. Acharão, se calhar, que os bichos estão desnutridos. É doida, esta gente. Estou muito longe de perceber o que as leva a adoptar este comportamento, mas coisa boa não será, certamente. Deve ser mais uma daquelas situações para as quais o SNS não tem resposta.

terça-feira, 24 de outubro de 2023

Ide mas é pinar, ou isso.

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Malucas. O meu bairro está cheio de malucas. Não sei que outro nome dê às gajas – sim, que esta maluqueira pelos animais afecta principalmente as gajas – que alimentam os gatos vadios que por aqui vão aparecendo. Não tenho nada contra que aquelas fulanas matem a fome ao bicho. Podiam – e deviam – era fazer isso no recôndito do seu lar. Aí não incomodavam ninguém nem eu lhes chamava nomes. Alimentá-los na rua leva a que os bichanos vagueiem pelas imediações e, como lhes fica mesmo à mão, vão tratar de aliviar a tripa ao meu quintal. O que é uma coisa que me aborrece. Não gosto, estou farto de recolher merda de gato e,  principalmente, não tenho de aturar as consequências dos comportamentos desviantes daquelas senhoras. Podiam, já que pelos vistos lhes sobra tempo, fazer outras cenas menos incomodativas. Ir dar pinotes para a academia sénior, ou isso.

domingo, 10 de setembro de 2023

Finórios e a gata finada

1- Subtrair cinco mil euros a quem tem um rendimento médio e distribuir mil euros por cinco indivíduos que ganham – ou declaram – o salário mínimo, apesar do SMN ser cada vez mais próximo do mediano, pode fazer perder um voto mas faz ganhar cinco. Há quem lhe chame redistribuição da riqueza. Prefiro chamar-lhe “umas das formulas encontradas pelo partido socialista para se perpetuar no poder”. A outra, uma espécie de plano B, é o Chega. Perante tão refinada arte de governar será difícil encontrar oposição à altura.


2 - Pedir crédito para comprar carro é das piores decisões, a nível financeiro, que podemos tomar. Ainda assim, nos ultimos meses, os portugueses pediram emprestados aos bancos sete milhões de euros. Por dia. Para além de não sabermos fazer contas, não gostamos de andar a pé e adoramos fazer figura de rico, que isto não é qualquer popó que nos serve. Para ajudar há também aquela coisa de, em grande parte do país, não existirem transportes públicos...


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3 – A Senhora Dona Gata desapareceu. Não é avistada já lá vão três dias. Terá, provavelmente, entregue a sua alma de gata ao criador. Partiu precocemente, coitada, pois ainda era uma jovem bichana. Teria, talvez, uns cinco ou seis anos. Perdeu seis vidas e meia, a infeliz.

quinta-feira, 8 de junho de 2023

Pinocada inconsequente

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Afinal as noticias aqui adiantadas acerca de uma eventual gravidez da Senhora Dona Gata foram manifestamente exageradas. Deve andar a tomar a pílula às escondidas ou para aí fez uma IVG. Pelos vistos era só gordura. O que não admira, dado o seu apetite. Já aprendeu que apenas tem direito a comida para gato, pela qual é absolutamente louca, depois de esvaziar o prato.


Seja como for, a bichana anda outra vez toda assanhada. Aquilo é, como diria a minha avó, para o “muito e para o bem feito”. Bom, nesta última parte, esperemos que não e que tanta “pinocada” não tenha consequências.

terça-feira, 28 de março de 2023

Gatos, gansos e outras coincidências

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1 - Uma desavergonhada a “Senhora Dona Gata”. Agora deu-lhe para isto. São gatos aos magotes de volta da bichana, tudo a “querer afogar o ganso”. Temo o pior, dado que a bicha não está a seguir nenhum programa de planeamento familiar e as hormonas felinas estão em manifesta agitação. Tem tudo para correr mal, aquilo.


2 – Quarenta e quatro artigos a que o governo PS retirou o IVA. Quarenta e quatro. Este número lembra-me qualquer coisa. Deve ser a quantidade de vezes que buzinei à passagem por um edifício branco ali à entrada de Évora.


3 – Eu cá não sou de intrigas nem, tão-pouco, adepto de teorias da conspiração. Ainda menos serei suspeito de ter qualquer espécie de simpatia pelo governo. Mas, assim de repente, deu-me para desconfiar que esta onda de manifestações, greves e protestos que se verificam em Portugal e no resto da Europa é coisa para ter o dedo do Putin. Basta ver quem lidera por cá estas movimentações.

sábado, 10 de dezembro de 2022

Senhora Dona Gata

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Hoje o destaque vai para a gata. A Senhora Dona Gata. Não tem outro nome. Só esse. E chega-lhe muito bem. Não entra em casa, dorme no alpendre dentro de um balde de tinta, come restos ou outra coisa que consiga caçar e não dá confiança a ninguém. Gosta de manter uma distância de segurança relativamente a toda a gente. Vive sozinha e não precisa de ninguém por perto para viver a sua vidinha. Uma gata à séria, em suma. Deve ser por isso que está gorda e luzidia...

sexta-feira, 17 de junho de 2022

A bicha independente

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Gosto de gatos. Mais do que de cães, até. Não são de “salamaleques”, não obedecem a ordens, fazem o que muito bem lhes apetece sem passar cavaco a ninguém e não andam por aí a tentar agradar aos donos. Características que, nomeadamente esta última, admiro sobremaneira.


A esta gata não chega possuir todas estas qualidades. Abusa delas. Trato da bichana vai para dois anos – o que me confere o estatuto de dono, acho eu – mas, ainda assim, além de não se esforçar minimamente para me agradar nem me ligar peva nenhuma, bufa cada vez que vê alguém a uma distância que, suponho, constitua a sua margem minima de segurança.


O pior é que a desgraçada, apesar do mais que evidente sentido de independência, é manifestamente incapaz de se auto-sustentar. Que é como quem diz, se não lhe dou comida não come. O que, para um gato que vive no campo sem ter os donos por perto, não parece muito promissor. O raio da bicha nem um pardal ou um gafanhoto é capaz de caçar. Um bom exemplo de como ser independente é muito bonito, mas convém ter “unhas” para isso...

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Terá sido a curiosidade que matou o gato?

 


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Desconheço as circunstâncias em que o infeliz bichano terá ido parar ao contentor do lixo. Por iniciativa própria não foi, certamente. Mas, seja lá o que for que tenha provocado o seu falecimento, o lugar do cadáver não é ali. Poderá argumentar-se que, por cá, ainda não existe uma funerária para animais e, por consequência, não é possível realizar as cerimónias fúnebres mais adequadas. Tão-pouco há um cemitério para animais de companhia, onde os seus restos mortais possam descansar em paz e possibilite aos donos prestar-lhes uma última homenagem. Uma lacuna imperdoável, como é óbvio. Mais uma, entre as muitas de que nos podemos queixar. É o que dá, por um lado, a falta de empreendedores dinâmicos que explorem um nicho de mercado cada vez mais rentável e, por outro, a ausência de representatividade autárquica do PAN ou de outros amiguinhos da bicharada. Há que captar investimentos também para isto, pá!

sexta-feira, 26 de março de 2021

Ataque químico

 


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O que a imagem documenta, embora possa não parecer, é mesmo merda de gato. De algum bichano paneleiro, certamente, que a julgar pelo diâmetro da coisa deve ter o cu todo devassado. Cenas dos tempos modernos, é o que é.  Mas, para o caso, a desorientação sexual do bicho interesssa pouco. Nada, mesmo. O que me chateia é que cague no meu quintal. Claro que posso sempre seguir as soluções mais ou menos engenhosas que me sugerem e que, invariavelmente, envolvem o falecimento do invasor. Mas não quero. A morte do filho da puta do gato pouco resolveria, dado que o mais certo era os cabrões dos donos arranjarem outro. Prefiro alternativas mais fofinhas. Como, por exemplo, a via fiscal. Um imposto à séria sobre os chamados animais de companhia seria certamente muito mais eficaz, para além de civilizacionalmente mais adequado. Mesmo que esta tributação possa para uns quantos totós parecer uma ideia parva, de certeza que ainda assim é socialmente muito mais justa do que os impostos sobre a burguesia do teletrabalho ou sobre as heranças, que aquela economistazinha da treta anda por aí a defender.

sábado, 20 de fevereiro de 2021

Agricultura da crise

 


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Cavar é das actividades que mais detesto. Manobrar uma enxada, picareta ou qualquer outro objecto destinado a revolver a terra desprovido de motor é das coisas que mais me desagrada e aborrece. Em simultâneo. Daí que estas maquinetas, mecânicas ou eléctricas, constituam uma inovação que muito me apraz. A melhor invenção desde a roda, quase.


Esta podia ser uma nova frente da agricultura da crise. Mas não. A praga de gatos que existe na zona desaconselha vivamente qualquer investimento nesse sentido. E agora, que aquilo está praticamente livre de ervas, é que vai ser cagar à vontadinha. Bem que os amiguinhos dessa bicheza os podiam levar para casa!

sábado, 23 de janeiro de 2021

O bichano Marcelo

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Tenho um profundo desprezo por quem abandona os animais que outrora estimou. Noutros tempos acolhi uns quantos. Hoje não tenho condições nem disponibilidade para tal. Mas, caso quisesse continuar a acolhe-lhos, “matéria-prima” não faltava. Aqui pelo bairro, talvez por estar numa ponta da cidade e junto a uma estrada nacional de muito movimento, é frequente aparecerem cães e gatos que foram deixados à sua sorte depois do azar que tiveram em ter um dono capaz de os abandonar.


Este gato – ou gata, que eu não quero estar para aqui com preconceitos baseados em estereótipos – apareceu ontem aqui no quintal. Espaço pelo qual, diga-se, os bichanos parecem ter um fascínio especial. Tanto que foi precisa muita persuasão para o convencer a evacuar a área. Mas continua por aí. A rondar. Se continuar pelas redondezas será Marcelo, a sua graça. Mesmo que seja gata, que isso dos nomes masculinos e femininos em função do género – seja lá isso o que for - é mais uma daquelas cenas que é preciso desconstruir...

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Take-way para gatos

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O meu gato imaginário - o Bigodes – é um finório. Vai todos os dias almoçar e jantar fora. O que é bom. Poupa-me um dinheirão imaginário em comida igualmente imaginária.


Mas se fosse real também ia. E era eu que o mandaria refeiçoar na companhia dos da sua espécie. Opções não lhe faltariam. Teria à sua disposição, em qualidade e quantidade, uma diversificada oferta gastronómica. São mais que muitos os locais onde poderia apreciar ração em abundância e dessedentar-se com a água da região. Tudo proporcionado por umas tontinhas que – dizem, que eu nunca as vi - correm a cidade a servir refeições aos pequenos felídeos. Com, imagino, o alto patrocínio das autoridades. Ou, pelo menos, com a sua tolerância. Se assim não fosse o lixo seria prontamente removido e as beneméritas presenteadas com a respectiva coima. Mas não. Isso já era imaginação a mais.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Gato morto

Por falar em bichanos. A gata que vadiava aqui pela zona quinou. Paz à sua alma felina. Jaz há três ou quatro dias, toda esticadinha, num recanto vagamente ajardinado onde, como referi neste post, era alimentada por um comité de amiguinhas dos animais. Local onde também lhe construiram uma casota. O que surpreende – ou talvez não – é que nenhuma delas tenha feito o funeral ao bicho. Já agora faziam a boa acção até ao fim e não deixavam o cadáver para ali a apodrecer.  

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Gato escondido

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Deve ser um trabalho aturado. Muita arte manual, uma grande dose de paciência e uma enorme falta de tacto. Tudo junto. Que isto de andar a produzir moradias para gato e espalhá-las pelos locais mais inusitados, não se afigura de alguém com juízo. Pior ainda quando serve para conspurcar o espaço público. Já de si pouco cuidado, reconheça-se, mas que com contribuições destas só tende a piorar. Podia era alguém tratar da “demolição” daquilo. Talvez os gajos do lixo ou os fulanos da junta que, quando o rei faz anos, tratam do recanto. Se não causar muito incómodo, claro.

domingo, 20 de outubro de 2019

Tão boazonas que elas são...

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Na falta de melhor ocupação é a alimentar gatos vadios que umas quantas alminhas entretêm o seu tempo. Devem pensar que estão a praticar o bem. E, momentaneamente, até pode ser que assim seja. O pior é que aquelas cabecitas não pensam nas consequências desta sua prática. Nem querem pensar. Vá lá alguém ousar chamá-las à razão que vai ver a resposta que leva. A adoração ao deus animal não conhece limites por parte destas fervorosas devotas. Chegam, inclusivamente, a instalar abrigos para esta bicharada quase à porta de outros moradores. A coisa só não vai a pior por causa do automóvel...

domingo, 29 de setembro de 2019

Agricultura da crise

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Está oficialmente aberta a época de plantações Outono-Inverno. Hoje foram as primeiras alfaces, bróculos e outra cena que não sei ao certo o que são. Assim o tempo ajude e o Saturnino – o gato zarolho que caga três vezes por dia no quintal – permita.


Menos mal que, por enquanto, o bichano ainda não descobriu maneira de contornar a paliçada de garrafas de água e as tábuas com pregos que lhe barram o caminho. Uma solução demasiado precária e pouco estética, reconheço. Haverá soluções melhores. Como “dar-lhe um tiro”, que é a mais sugerida. Era, de facto, o mais barato, eficaz e com menos danos para o ambiente. Mas que, obviamente, não vou seguir. Trata-se de uma opção que enferma de dois problemas. Não tenho espingarda e, mesmo que tivesse, com a minha falta de pontaria nem a um metro de distância lhe acertava.