Parece que os tipos lá do governo terão contratado uma empresa para lhes tratar da imagem. Que é como quem diz do cabelo, das unhas, das beiças e do que mais calhar. O objectivo será, imagino, ficarem mais bonitos e apresentáveis no exercício das suas funções. Para isso, cuidava eu, é que serve aquele montante pecuniário que engrossa substancialmente o vencimento daquela malta e que dá pelo nome despesas de representação. Mas, se calhar não será bem assim. Contudo, independentemente de subsistir a dúvida quanto ao destino desse complemento salarial, fica a certeza que o serviço contratado não está a resultar. Não estão mais bonitos/bonitas. Tão pouco mais apresentáveis.
Já outro dia foi aquilo dos canais de desporto que o executivo subscreve desde dois mil e dezassete. Um desperdício de dinheiro, convenhamos. Toda a gente vê isso e muito mais, completamente à borla. Ou seja, estamos perante um esparrame de dinheiro em futilidades. E nem é pelo valor, que nem dá para mandar um cego. Ou, vá, um invisual em matéria orçamental. É mais por, num e noutro caso, estas opções não se traduzirem em nenhuma mais-valia palpável na acção governativa. Mais valia não as ter, pois o resultado seria igual.
Por falar em valor acrescentado, anda muita gente a babar-se com a nomeação do gajo da PJ para ministro da administração interna. Alguns terão razão quanto ao contentamento. Nomeadamente os policias que já esfregam a carteira com a perspetiva de ver o valor do vencimento acrescentado de mais uns euros. Os demais que esperem pela pancada. Secreta.













