Artistas há muitos. Autointitulados, então, são aos magotes. Este, o autor dos rabiscos que fotografei há dias, deve pertencer a essa nobre estirpe. Ou, pelo menos, aspirar a isso com a coragem de quem ainda não percebeu que o talento para o desenho não é para todos. Tem de praticar muito mais, o desgraçado. Muito, muito mais. De preferência longe das paredes dos outros. Até porque se torna dolorosamente evidente que não é só a arte de desenhar que a criatura não domina. Há ali demasiadas falhas estruturais de diversa natureza, nomeadamente no no âmbito da ortografia e da história. Ou seja, o jeito para o desenho é tão notório como a ignorância.

Sem comentários:
Enviar um comentário