terça-feira, 6 de outubro de 2020

Take-way para gatos

gatos.jpg


O meu gato imaginário - o Bigodes – é um finório. Vai todos os dias almoçar e jantar fora. O que é bom. Poupa-me um dinheirão imaginário em comida igualmente imaginária.


Mas se fosse real também ia. E era eu que o mandaria refeiçoar na companhia dos da sua espécie. Opções não lhe faltariam. Teria à sua disposição, em qualidade e quantidade, uma diversificada oferta gastronómica. São mais que muitos os locais onde poderia apreciar ração em abundância e dessedentar-se com a água da região. Tudo proporcionado por umas tontinhas que – dizem, que eu nunca as vi - correm a cidade a servir refeições aos pequenos felídeos. Com, imagino, o alto patrocínio das autoridades. Ou, pelo menos, com a sua tolerância. Se assim não fosse o lixo seria prontamente removido e as beneméritas presenteadas com a respectiva coima. Mas não. Isso já era imaginação a mais.

4 comentários:

  1. Por aqui as e os mesmos de sempre bem tentarem repetir essa imundice mas já não se atreveram. Dizem mas não sei se foi verdade que apanharam multa. Também já não se vê dar comida às pombas...outro flagelo. Julgo sem certezas que quem faz isto sofre de solidão e se for porque não pegam nos bichos os levam para sua casa? Pois se for paranoia pode acontecer algo como ter 40 gatos e serem despejados um cenário triste de ver porque a senhora já estava com demência. Enfim!

    Beijos e um bom dia

    ResponderEliminar
  2. Gosto de gatos, mais até do que de que cães, mas não suporto ver cenas destas. As pessoas nem sequer têm consciência da parvoíce que estão a fazer...

    Cumprimentos

    ResponderEliminar
  3. pitosga7:37 p.m.

    Se eu tivese um gato, de pelo e carne, cuidava muito bem dele. Para que nada lhe faltasse. Acima de tudo pago por beneméritos (ou as).
    Dava cá um jeitão para quando a carne faltar!
    ao

    ResponderEliminar
  4. Não será problema isso dá falta de carne. Qualquer dia seremos, obrigatoriamente, todos vegetarianos.

    ResponderEliminar