Há uma nova mania – nova é como quem diz, não é de hoje nem de ontem – de, no discurso oral, iniciar todas as frases com “dizer que”. Ou, caso o monologo se prolongue, com as variantes “dizer também” ou “dizer ainda”. Porquê?! Há necessidade de, no inicio de cada frase anunciar que a seguir se vai dizer qualquer coisa? Não chega simplesmente dizer o que se tem a dizer e esquecer essa parte de avisar que se vai dizer seja o que for? É para criar suspense? Independentemente do motivo, afigura-se-me despropositado. A mim – mas, se calhar, é só a mim – deixa-me logo sem vontade de continuar a ouvir o que o orador diz que tem para dizer.
ResponderEliminarDeve ser para criar suspense ... ou acham que somos burros
Beijinhos, Kruzes
Resto de Dia Feliz
Ou seja (não sei se sabe o quanto se usa o 'ou seja ' em certos programas de rádio) o ' Vamolaver' caiu em desuso??
ResponderEliminarVamolaver é mais para matarruanos!😆😆
ResponderEliminarE é uma moda que vai de jornalistas a políticos...
ResponderEliminarCumprimentos
No fundo, são as muletas do discurso.
ResponderEliminarEstamos infestados delas.
Também muito utilizado o "...se me permitem" ou o "...deixem que lhes diga".
Claro que permitimos, certamente que deixamos.:-)
Tenho visitado imensas terras com maior número de população e não verifico o que se passa em Estremoz. Das duas uma, ou as gentes de cá da urbe são mais porcos e não limpam o que o seu cão faz, ou a limpeza está pelas ruas da amargura. Não será pela falta de pessoal, porque há em resmas, talvez seja por trabalharem em part-time, ou isso...
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