segunda-feira, 5 de agosto de 2024

Dizer que… não há necessidade

Há uma nova mania – nova é como quem diz, não é de hoje nem de ontem – de, no discurso oral, iniciar todas as frases com “dizer que”. Ou, caso o monologo se prolongue, com as variantes “dizer também” ou “dizer ainda”. Porquê?! Há necessidade de, no inicio de cada frase anunciar que a seguir se vai dizer qualquer coisa? Não chega simplesmente dizer o que se tem a dizer e esquecer essa parte de avisar que se vai dizer seja o que for? É para criar suspense? Independentemente do motivo, afigura-se-me despropositado. A mim – mas, se calhar, é só a mim – deixa-me logo sem vontade de continuar a ouvir o que o orador diz que tem para dizer.

6 comentários:


  1. Deve ser para criar suspense ... ou acham que somos burros

    Beijinhos, Kruzes
    Resto de Dia Feliz

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  2. Ou seja (não sei se sabe o quanto se usa o 'ou seja ' em certos programas de rádio) o ' Vamolaver' caiu em desuso??

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  3. Vamolaver é mais para matarruanos!😆😆

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  4. E é uma moda que vai de jornalistas a políticos...

    Cumprimentos

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  5. No fundo, são as muletas do discurso.
    Estamos infestados delas.
    Também muito utilizado o "...se me permitem" ou o "...deixem que lhes diga".
    Claro que permitimos, certamente que deixamos.:-)

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  6. Anónimo11:20 a.m.

    Tenho visitado imensas terras com maior número de população e não verifico o que se passa em Estremoz. Das duas uma, ou as gentes de cá da urbe são mais porcos e não limpam o que o seu cão faz, ou a limpeza está pelas ruas da amargura. Não será pela falta de pessoal, porque há em resmas, talvez seja por trabalharem em part-time, ou isso...

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