
São cada vez mais as vozes a garantir que países como Espanha, França ou o Reino Unido são casos perdidos em termos civilizacionais e democráticos. Provavelmente, a médio ou longo prazo, todo o ocidente e a própria democracia, nuns sítios mais do noutros, também o são. A existência de gente, ainda que nascida entre nós, a odiar os nossos valores e os princípios de vida que nos proporcionam uma sociedade de – ainda – relativo bem estar, associada à vinda massiva de gente que odeia esses mesmos valores e princípios e que os pretende substituir pelos dos seus países de origem, a isso conduzirá mais cedo do que tarde.
Os sinais estão aí. Só os não vê quem não os quer ver. O caso da fotografia nem é particularmente relevante. Qualquer maluco faz uma idiotice destas ou outra realmente grave. Preocupante é existir quem se sinta à vontade para as praticar e, pior, existirem muitos doidos varridos capazes de fazer o que for preciso para as tornar realidade quando um qualquer líder tresloucado lhes transmita essa ordem. Dir-me-ão que são coisas sem importância nenhuma. Concordaria facilmente se em Islamabade, Teerão ou, vá, Marraquexe outro maluco se sentisse suficientemente à vontade para fazer o mesmo, substituindo “emirato islâmico” por “reino cristão”.
Pois. E a imigração(ou o refugiadismo) não tem nenhuma relação com o aumento da criminalidade,disse um "alto" representante político recentemente, devem ser todos muito sérios e trabalhadores.
ResponderEliminarClaro. Felizmente temos a sorte de para Portugal apenas virem pessoas respeitadoras da lei e dos nossos costumes.
ResponderEliminarE efetivamente não tem. A matemática e/ou a estatística demonstram-no.
ResponderEliminarDiferente será dizer que no futuro, como se escreve no post, não venha a ser.
A grande questão é saber o que poder ser feito para proteger o futuro e sinceramente não vejo nada que possa inverter a demografia reinante neste século.
É muito fácil arranjar desculpas rápidas mas o que aconteceu foi tão somente duas coisas:
A Europa escolheu o conforto e a boa vida, a maioria dos casais só teve um filho ou até mesmo nenhum para poder ter qualidade de vida.
A Europa escolheu o conforto ao mandar produzir quase tudo fora, estando agora refém dos países onde produz bem e (muito) barato.
Aliás, só para dar um exemplo, a Europa aprovou um imposto sobre a importação de carros chineses mas quem patrocinou o Euro 2024 foi a marca chinesa BYD.
É o novo PREC. Processo de Reconquista Em Curso.
ResponderEliminarE desta fez sem espadas e batalhas. Já não há valentes guerreiros do lado oposto, apenas gente distraída,ou mesmo por puro delight, a apanhar sabonetes no balneário.
Tudo fácil e prazeroso.
Sim. Eles vão vencer-nos e acabar com a democracia, a liberdade e os direitos das mulheres e das minorias na Europa e no ocidente em geral apenas pela demografia. Eles têm filhos, nós temos cães e gatos. Só nos podemos queixar de nós.
ResponderEliminarO futuro da Europa e do Ocidente são os conceitos medievais do islão. Felizmente não viverei o tempo suficiente para assistir a isso.
ResponderEliminarNão é o futuro, é já no presente.
ResponderEliminarO Relatório Anual de Segurança Interna revela números alarmantes: crimes de extorsão aumentaram mais de 25%, e o rapto, sequestro e tomada de reféns mais de 22%. Mas o documento não diz tudo: ‘É um queijo suíço que está cheio de não informação’, queixa-se um oficial da Polícia.
Os números não mentem, mas não dizem toda a verdade, pois há muita informação que é omissa, dando azo a todo o tipo de especulações.Por exemplo, a criminalidade grave, violenta, altamente organizada e complexa subiu 5,6%, tendo sido registadas mais de 14 mil participações. As causas e os autores é que não aparecem no famoso relatório Anual de Segurança Interna (RASI), tornado público esta semana. Os crimes de extorsão registam uma subida superior a 25%, e o rapto sequestro e tomada de reféns de 22%.
«O RASI é um documento mais político e ideológico do que outra coisa qualquer. É um queijo suíço que está cheio de não informação. Diz umas coisas, mas não diz outras, não diz tudo… O que seria importante era que o RASI desse pistas, mas não dá. Ao não apontar nacionalidades, etnias, origens e proveniências está a dificultar o trabalho dos polícias. É um relatório muito omisso em muitos aspetos que podem ser essenciais para combater o crime e, sobretudo, essa omissão pode conduzir a especulações que alimentam teorias de conspiração e outras coisas do género, mas sobretudo dá azo a extremismos», explica ao Nascer do SOL um oficial da Polícia.
Outro dado curioso, para muitos dos polícias ouvidos, é que se esconde a nacionalidade de quem comete crimes, mas o mesmo já não acontece com a comunidade prisional. Em dezembro de 2023, 20% da população prisional era estrangeira.
Mais aqui https://ionline.sapo.pt/2024/05/30/criminalidade-esconde-nacionalidades/
Pelo que me é dado observar(e já ando aqui há uns anos largos,na net/blogs e no mundo real lá fora bem entendido) os imigrantes e refugiados islamicos são usados(tal como os restantes imigrantes, do Indostão etc) como forma de causar o caos e o lucro(pelas empresas que assim controlam os salários etc),o caos tem objectivos ideológicos e estratégicos que bem vistas as coisas beneficiam os planos de quem realmente manda no Ocidente(e não pensem em politicos que são apenas fantoches apresentados e promovidos pelos média que,nada surpreendente, são dominados por quem realmente manda).
ResponderEliminarSugiro-lhe a leitura do artigo de opinião no Jornal Público de hoje, escrito por António Barreto, com o título - Complexos de Superioridade.
ResponderEliminarÉ só para assinantes...
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