quinta-feira, 6 de junho de 2024

Em politica o que parece é...

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Do mais desinteressante que há, estas eleições para o parlamento europeu. Uns malucos acham que os direitos das mulheres estão em perigo – quais direitos e de que mulheres, convinha esclarecer – outros doidos varridos apostam em teorias da conspiração que vão para além da indigência mental e os alucinados do costume continuam a alucinar como sempre. A sorte é que, relativamente aos últimos, será quase de certeza a última eleição em que ainda fazem parte da primeira liga. Para a próxima já estarão na liga dos últimos. Ou dos pequeninos.


Com mais interesse está a política nacional. Não se sabe muito bem quem governa, constituem-se as coligações mais improváveis e atira-se dinheiro para cima dos problemas como se o guito estivesse a nascer das árvores. Daí que não me pareça mera coincidência o conteúdo da minha caixa do correio. É, antes, sintomático. O PS e o Chega, para além de partilharem os mesmos objectivos politicos, partilham igualmente o mesmo distribuidor de propaganda. Diria até, aproveitando a publicidade da óptica que vinha junta, que aqueles dois partidos são o reflexo um do outro e têm ambos o mesmo foco.

3 comentários:

  1. É tudo uma palhaçada
    Um circo quase a "pegar lume"

    Beijinhos, Kruzes
    Feliz Dia

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  2. Tem tudo para acabar mal!

    Cumprimentos

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  3. Tempos perigosos. Para quem achava que o pluralismo traria mais discussão e progresso, trouxe foi mais extremismo, bloqueios e coligações negativas. Sou a favor de que nos primeiros anos, é preciso deixar o governo tomar decisões estratégicas, seja ps ou psd. Devem definir a sua estratégia. Mas vemos bloqueios constantes, ameaças sistemáticas à estabilidade, mais insegurança e tolices em cima de tolices.

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