
São cada vez mais as vozes a garantir que países como Espanha, França ou o Reino Unido são casos perdidos em termos civilizacionais e democráticos. Provavelmente, a médio ou longo prazo, todo o ocidente e a própria democracia, nuns sítios mais do noutros, também o são. A existência de gente, ainda que nascida entre nós, a odiar os nossos valores e os princípios de vida que nos proporcionam uma sociedade de – ainda – relativo bem estar, associada à vinda massiva de gente que odeia esses mesmos valores e princípios e que os pretende substituir pelos dos seus países de origem, a isso conduzirá mais cedo do que tarde.
Os sinais estão aí. Só os não vê quem não os quer ver. O caso da fotografia nem é particularmente relevante. Qualquer maluco faz uma idiotice destas ou outra realmente grave. Preocupante é existir quem se sinta à vontade para as praticar e, pior, existirem muitos doidos varridos capazes de fazer o que for preciso para as tornar realidade quando um qualquer líder tresloucado lhes transmita essa ordem. Dir-me-ão que são coisas sem importância nenhuma. Concordaria facilmente se em Islamabade, Teerão ou, vá, Marraquexe outro maluco se sentisse suficientemente à vontade para fazer o mesmo, substituindo “emirato islâmico” por “reino cristão”.






















