Mais uma greve geral. Outra vez mesmo a jeito de um fim de semana prolongado. Nada a que não estejamos habituados. A adesão, por isso e pelo que mais calhar, deve ter sido enorme.
Pelo que se vê, aderiram os do costume. Ou seja, aqueles a quem o pacote laboral não se aplica, impedindo os demais – os restantes, a quem realmente se aplica – de ir trabalhar. Tudo muito legitimo, que isto de fazer greve é um direito. Nem que seja na defesa dos seus privilégios. Ou, igualmente carregadinho de legitimidade, na exigência de mais privilégios.
De resto tudo normal. Como de costume passa a imagem de um país parado. Segundo os dados propagandeados, a paralisação superará os noventa por cento. Ou mais. Lá para o final do mês as folhas de vencimento darão a resposta mais exacta. Ou não.

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