Desconheço se há ou não imigrantes em excesso na Europa. Só sei que há muitos. O que igualmente parece óbvio é que nem todos vieram pelas melhores razões. Chamem-se eles Abdul, John ou Wanderley. Para a esquerda e outros idiotas inúteis são, especialmente se tiverem uma tez mais escura, todos uns anjos que vieram trazer luz às nossas vidas e salvar-nos de um futuro trágico. Só que não. Entre eles vieram criminosos da pior espécie – todos os dias, só por cá, são detidos foragidos de outros países que aqui encontraram um porto seguro - e demasiada gente que, pior do que não se querer integrar na nossa sociedade, odeia os nossos valores. Os casos, quase diários, de atentados contra cidadãos europeus são disso um exemplo flagrante.
Não discutir isto e resumir tudo a “casos isolados” ou “campanhas da extrema direita”, xenofobia, racismo ou o que mais calhar que lhes pareça suficientemente ofensivo e desmotivador do debate, afigura-se altamente preocupante. E muito perigoso, num futuro próximo. É que são já mais do que muitos os relatos de reacções cada vez mais agressivas das comunidades locais aos ataques perpetrados em solo europeu por criminosos a quem acolhemos. Negar o que está à vista de todos e apelidar de fascista quem alerta para o que pode vir a seguir, não vai ajudar a resolver nada. Pelo contrário, apenas serve para acicatar ainda mais os ânimos. Se continuarmos a alimentar esta espiral não serão necessários grandes dotes adivinhatórios para se saber o que irá, mais cedo do que tarde, acontecer por toda a Europa. E por cá, com o atraso habitual.
Por mim, quem vier por bem será sempre bem-vindo. Quanto aos outros, aos de fora e aos de dentro, gosto sempre de citar as sábias palavras do Sheik Munir: “Se não estão satisfeitos em viver num país liberal, podem emigrar”.
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