
O que uns não querem, outros aproveitam. Era mais ou menos isso que garantia a minha avó quando dava por alguém a recolher itens jogados ao lixo como, por exemplo, esta ministra. Não esteve ali, junto ao contentor mais fotografado da cidade, muito tempo. Alguém, por ver nela alguma utilidade ou oportunidade de negócio, tratou de a levar. Provavelmente estará um destes sábados à venda na feira de velharias cá da terra, onde será vendida a um preço simpático. Simpático para o vendedor, obviamente. Com sorte acabará a ornamentar um alojamento local qualquer ou um quarto de hotel ou de um monte depois de adquirida por um desses “decoradores de interiores”, travestidos de investidores, que por aí pululam. Mas ainda bem. Menos lixo, mais negócio e no fim do ciclo todos ficam a ganhar.










