
Gostar de animais é algo natural. Digamos que o cidadão médio é, de alguma forma, alguém que nutre de uma outra outra maneira uma qualquer espécie de afecto pela bicharada. Nem que seja quando os vê no prato que degusta. Ou, vá, gosta deles mas prefere vê-los ao longe. A histeria que nos últimos anos tem vindo a crescer em torno dos ditos direitos – se não têm deveres não sei como podem ter direitos – dos animais é que não faz nenhum tipo de sentido. Desde ideias parvas, comportamentos aberrantes e, até, prática de crimes parece valer tudo quando se alega o bem estar animal. Ou aquilo que os urbanitas alucinados entendem como tal.
No âmbito do ridículo os amiguinhos dos animais não param de nos surpreender. E, depois dos provérbios, desconfio que mais dia menos dia arranjarão outra imbecilidade qualquer para nos divertirem. Sugiro-lhes as aldrabas. Se consideram má a referência a animais nos ditados populares, nem quero imaginar o que pensarão da representação de animais em objectos. Como no caso da imagem acima, em que o desgraçado do pato, mesmo sem dentes, tem de segurar pelo bico o peso de um tartaruga que, coitada, por sua vez é usada, em muitas circunstancias de forma violenta, para matraquear uma porta. Tá mal, pá. Há que pôr fim a estes costumes bárbaros, em nome do progresso, da civilização e coiso…
Acho que faz todo o sentido defender os direitos dos animais.
ResponderEliminar"não sei como podem ter direitos". Claro que sabes. Não faz sentido pontapear cães ou deixar bichos ao relento. Podes não ter essa consciência, mas há pessoas que maltratam animais e isso é horrível. pontapeiam pobres cães indefesos, deixam-nos à fome, amarram-nos a árvores na serra deixado-os à fome. Como pessoa de bem, concordas com isso?
Vou-te lançar uma provocação: não deixes que conflitos que tenhas com instituições da tua cidade te levem a dizer coisas que possam não ser aquilo que penses ou aquilo que defendes :)
Quanto à personificação em provérbios ou em objectos para mim é indiferente. Há outras coisas bem mais graves que essas como as que referi acima. Essas sim são as graves.
Nisso dos direitos não sei como a liberdade não pode ser o mais fundamental. E ter um cão ou um gato encarcerado num apartamento ou um pássaro numa gaiola é a negação do seu principal direito.
ResponderEliminarNão tenho problemas como nenhuma instituição. Só umas questiúnculas com uns gatos que insistem em cagar nas minhas ervilhas. Quando os apanhar corro-os a pontapé,
Depende do tamanho do cão. Se for um cão grande que precisa de espaço, não faz sentido. Se for daqueles cães mais pequeninos de companhia, dão para ter num apartamento. Se o dono for responsável tb os vem passear ao jardim (e levar o saquinho para apanhar os dejectos.
ResponderEliminarPensa que adubam as tuas ervilhas
Os meus cães e gatos, quando os tinha, sempre andaram em liberdade. Daí ter dificuldade em entender o conceito de ter bichos dentro de casa.
ResponderEliminarO gatos são lixados. Não os consigo demover de utilizar o meu quintal como WC. E o pior é que nem servem para espantar os pássaros!!
Mona Charen: Animals can and should be treated humanely not because they are humane but because we are.
ResponderEliminarTão simples...
Alguém que tenha conflitos com instituições é, tão só, ter conflitos com outros humanos.
Olhe que os PANeileiros não se vão meter com os bichos nas aldabras, para não serem chamados, entre outros nomes, de aldrabões.
ResponderEliminarOs gatos são 'lixados' porque sabem tirar partido do mundo à sua volta.
No meu grande quintal tive cães com 180cm 'em pé'. Bons para guardar, depois de um ano de ensino por um sábio da GNR. Nesse ensino, o importante era que eles obedecessem aos 'da casa'. Podiam matar um boi — ou uma vaca, já agora...
Enquanto houve cães, não houve gataria, havendo ratazanas do tamanho de coelhos para as quais os cães não tinham predicados caçadores; nem físico.
Morreram os cães e a gataria da vizinhança assentou arraiais. Ocupou o barracão que era para os cães e proliferou segundo Deus — crescei e multiplicai-vos.
Só lhes demos o subsídio mínimo, para terem fome e caçarem ratazanas, melros e rolas.
Isto é natural, da Vida — ecológico como dizem prá'í.
Abraços
Ou como diria aquele teórico da batata frita: Cada coisa no seu lugar!
ResponderEliminarBom fim de semana!
Todos uns mariconços, os gatos que por aqui andam. Os gajos têm medo dos pássaros!
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