Sair de casa sem telemóvel constitui, nos dias de hoje, um verdadeiro drama. Daqueles mesmo dramáticos. Causadores de elevados níveis de stress, até. Daí que perceba que o telefone portátil seja um objecto de primeira necessidade. Para toda a gente. Para os refugiados, por exemplo. Diz que fogem à fome, à miséria e que nos seus países de origem tudo lhes falta. Tudo menos, pelos vistos, telemóveis daqueles carotes. Atendendo ao que se diz ser o rendimento per capita dos países de onde essa malta é oriunda, faz-me espécie como é que conseguem ter dinheiro para comprar aparelhos daqueles. Mais ainda quando, quase todos, argumentam não ter trabalho ou não ganhar o suficiente para o seu sustento e das famílias. Às tantas anda por aí uma – ou mais, sei lá – uma organização mafiosa qualquer a financiar estas movimentações de massas. De todos os tipos, as massas.