domingo, 13 de janeiro de 2019

Trauma colonial, só pode...

Serão, porventura, resquícios mal resolvidos do colonialismo que levam os portugueses a inquietarem-se com tudo o que os governantes das ex-colónias dizem, fazem ou pensam. Nomeadamente de Angola e Brasil. Uma parvoíce, está bem de ver, até porque, desconfio, as populações daqueles países estão-se nas tintas para nós e para os nossos políticos. O que, diga-se, constitui um evidente sinal de inteligência.


Desta vez a indignação vai direitinha para a ministra brasileira que opinou acerca da homossexualidade. Aqui d’el rei, que a senhora é uma besta. Então essa coisa pode lá ser doença, indignou-se a tugalhada. Pois que não sei se é ou deixa de ser, que de medicina nada percebo. Só desconfio é que quem enfia coisas no intestino, seu ou dos outros, não deve regular lá muito bem da caixa dos pirolitos. E já nem vou para a parte religiosa da questão, até por não ser muito dado a isso de acreditar em amigos imaginários. Mas, mesmo assim, estou em crer que Jesus terá dito “ide e multiplicai-vos” e que jamais lhe passaria pela cabeça proclamar “ide e enrabai-vos”.

2 comentários:

  1. alvaro silva10:53 p.m.

    A ministra brasileira tem a imensa sabedoria do povo sofredor do Brasil, Ela não consegue entender o prazer de atracar de popa ou de comer pão com pão, se pode comer pão com chouriço. Que a mariconagem é doença e séria e como tal devia ser tratada (tal como o alcoolismo ou a drogodependência ) isso está fora de dúvida por mais que uns médicos amariconados digam que não o é. É sim senhor e funciona epidemiológicamente de forma semelhante ás doenças infecto contagiosas, pelo que em face a ela se devem tomar as medidas sanitárias convenientes. A maioria cura-se embora possa haver recaídas e possa passar a doença crónica. -Os tais casos perdidos que devem ir para um sanatório ou lazareto

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  2. O sistema de saúde ajuda um paneleiro a ser ainda mais paneleiro mas não o ajuda se o dito paneleiro quiser deixar de o ser...

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