Prioridades cada qual – pessoas ou organizações - estabelece para si as que muito bem entende. Tem, depois, é de conviver com as suas escolhas. A esquerda escolheu as que não importam nada à generalidade dos portugueses e, em consequências delas, teve os resultados eleitorais mais miseráveis de sempre. Contudo continuam a achar que estão certos. Só falta, mas acho que ainda o vão fazer, terem o descaramento de dizer que o povo é que está errado.
O Partido Comunista é disto um bom exemplo. Através da sua organização sindical realizou uma manifestação contra Israel, a Nato e a favor do Irão. Também já fez outras a favor da Palestina e outros assuntos estranhos aos fins para que foi criada e nada relacionados com os interesses daqueles que pagam as quotas sindicais. O que ainda não fizeram – isso, de resto, não são assuntos que interessem aquela gente – foi manifestações contra os impostos que levam parte substancial do ordenado de quem trabalha. Coisa que pouco lhes importa, como despudoradamente reconhecem. Não é de admirar que aos trabalhadores e ao povo – como eles dizem – as prioridades do PCP, da CGTP e das restantes associadas do grupo também não interessem nada. Na última manifestação estiveram escassas dezenas de criaturas. Menos que os corpos gerentes daquilo…








