“Não foi para isto que se fez o 25 de Abril” foi uma das frases mais pronunciadas, a par de outras, nos anos que se seguiram ao golpe de Estado. Não queria, obviamente, dizer nada de relevante. Nem quem a pronunciava sabia ao certo – quando muito supunha, embora com uma elevada dose de incerteza - as razões do levantamento militar que derrubou o governo até então no poder.
Apesar de caída em desuso, apetece-me hoje repristinar esta ideia. Isto a propósito da proibição da iniciativa, promovida por uns quantos portugueses, que envolvia, entre outras actividades garantidas pela Constituição de Abril, uma comezaina que teria um porco assado no espeto como principal ingrediente. Alega quem decidiu proibir o evento, tão tipicamente português, que a existência de imigrantes de origem muçulmana nas redondezas poderia dar origem a confrontos entre as partes.
Não me parece que, só por si, haver quem nas imediações não aprecie porco seja razão suficiente para proibir a degustação do bacorito. Até porque quem se manifestou indignado nem foram os estrangeiros. Foram os esquerdalhos. Uma espécie de “Miguel Vasconcelos” dos tempos modernos que, apesar de poucos – muitíssimo menos do que os estrangeiros que cá vivem, é bom que se tenha noção disso – conseguem impor as suas ideias à vontade da esmagadora maioria da população. Por este andar, se continuarmos a dar importância a estes “doidinhos da aldeia”, dentro de pouco tempo os portugueses nem uma boa febra vão poder comer…
Na mesma Europa (da UE) que vemos isso vemos também o que se segue:
ResponderEliminarEm outro blog que estou a seguir
https://identdegeneroideologiaouciencia.blogs.sapo.pt/novo-relatorio-expoe-financiamento-83859
Um novo e importante relatório do MCC Bruxelas (Mathias Corvinus Collegium) revelou que mais de € 220 milhões em fundos da UE foram usados para promover uma agenda radical de identidade de género, promovendo políticas controversas que minam os direitos das mulheres, a proteção das crianças e a soberania nacional — tudo sem um debate democrático significativo.
O relatório, “Mission Creeps: How EU Funding and Activist NGOs Captured the Gender Agenda”, de autoria da socióloga Ashley Frawley , é a primeira investigação abrangente sobre como uma pequena, mas poderosa rede de ONGs moldou a política de género da UE sob o radar do escrutínio público. ( do link acima exposto)