Aquela ideia parva de colocar cascas de ovos nas couves, para evitar que as borboletas realizem a oviposição, revelou-se um fracasso. Não funciona. É o que dá fazer caso das cenas que outros tótós publicam na Internet. O melhor é fazer vistorias regulares às folhas ou, preferencialmente, matar as borboletas que esvoacem nas imediações das plantas. Por fim, se os passos anteriores não forem suficientes, esborrachar as lagartas.
Mesmo sujeita aos ataques constantes da mais variada bicharada – via área, terrestre e subterrânea - a agricultura da crise, agora num formato bastante mais limitado, continua em pleno cá pelo quintal da maison. Especialmente dedicado a uma leitora muito especial, a Fatyly, segue-se uma “reportagem” fotográfica mais ou menos detalhada da “agrária”.









E, por fim, uma espécie de homenagem à verdadeira "alma mater" da agricultura da crise. As flores da minha Maria.

Nada de fazer mal à bicharada.
ResponderEliminarO PAN está atento e não deixará créditos por mãos alheias.
A agricultura da crise vencerá.
Cumprimentos, caro KK.
Pois é, só graças a mim é que consegues mostrar algo com categoria. Bonito á vista e com excelente sabor
ResponderEliminarFinalmente amigo a rubrica que mais gosto e agradeço-te a dedicatória!
ResponderEliminarMesmo com a tanto bicharoco tens uma horta excelente e bem tratada e digo-te que é obra e poupam alguns euros!
As flores da tua mulher são tão bonitas.
Já agora não consigo decifrar, o que é na 4ª foto?
Saio daqui com muita pena de já não ter a horta que fiz com as netas no quintal delas!
Um enorme abraço para ti e para a tua mulher!
Verdade. Tirando aquela parte de cavar ou lá o que é...
ResponderEliminarDesconfio que a bicharada está a soldo dos grandes grupos económicos e do grande capital em geral. Só isso justifica o contínuo ataque à "comprativa", camarada!
ResponderEliminarCumprimentos, caro António.
Na 4ª foto são as cenouras da crise.
ResponderEliminarA especialista da especialidade é mesmo a minha Maria. Ela é que sabe disto!
Bom fim de semana!