Desde há muito que a esquerda e a comunicação social procuram convencer os portugueses da existência de uma realidade que apenas existe nos ecrãs da televisão. Ainda me lembro, até porque não foi assim há tanto tempo, de toda a gente com voz nas Tv’s nos garantir que Portugal é um país seguríssimo, eram apenas “falsas percepções” e “injustificadas sensações de insegurança”. Ambas alimentadas pela extrema-direita, está bem de ver. Três meses depois – ou nem isso – os mesmos repetem agora que estamos no “país do medo”. Para esta drástica mudança de atitude bastou apenas um palerma perdido de bêbado ter dado – se é que deu, porque até agora ninguém viu a alegada vitima com as trombas deitadas abaixo – uns tabefes num actor qualquer. Que, vá lá saber-se porquê, nem se terá defendido do alegado agressor. E sendo verdade essa coisa da bebedeira, era capaz de nem ter sido muito complicado fazê-lo pois indivíduos nessas circunstâncias costumam ter alguns problemas ao nível do equilíbrio.
Terá sido este “medo” que levou a esquerda – que é como quem diz umas dezenas de desocupados, aqui ou ali - a sair à rua. Contra o fascismo, dizem eles. Uma ameaça que, garantem, é real e está ali ao virar da esquina. Por acaso hoje passei a várias esquinas e não me deparei com ninguém a ameaçar fosse o que fosse. Numa estava uma senhora idosa a fazer festas a um gato. Na altura nem a velhota nem o bichano me pareceram fascistas, mas depois de refletir melhor e como nisto do fascismo a esquerda e as televisões é que sabem, acho que a velha tinha um bigode à Hitler e quase ia jurar que a ouvi chamar o cabrão do gato por Adolfo.
Entretanto um comerciante estrangeiro foi assassinado por três “jovens”. O nome fofinho que a comunicação social atribui aos meliantes. Ao que sei ainda não foi marcada nenhuma manifestação contra o racismo, a xenofobia, o medo e restante lengalenga. Nem, tão pouco, a Leitoa, a Mortágua, o Raimundo e os activistas do costume foram distribuir cravos lá pela zona do assassinato. Sou eu que não estou atento às noticias ou é apenas a habitual hipocrisia dessa gente?
Esses meliantes mencionados não devem ser puros,a não ser, é claro, que não sejam mesmo "portugueses" .
ResponderEliminarAcho que houve uma gravação do sucedido, mas não abonava muito em favor do ator por isso foi apagada.
ResponderEliminarUma coisa é certa as imagens que já foram exibidas vezes sem conta na TV são de meter medo até á exaustão, só aquelas vozes distorcidas e com aqueles nomes fictícios (vá lá saber-se o porquê de se esconderem) metem um medo do caraças.
Mas não duvide de nada pois a esquerda é que sabe.
A querida segurança já era...nem neste paraíso à beira- mar plantado nos safamos. Com mísseis pra cá e pra lá, entre Israel e o Irão, com poder de alcance a ultrapassar os 2.000km, qualquer dia estou aqui sentadinha a ler no meu terraço e apanho com algum que se tenha tresmalhado...
ResponderEliminarKruzes kanhoto, abrenúncio!
Boa semana...!
São "jovens". Nem é preciso dizer mais nada...
ResponderEliminarO costume. Como já escrevi, violência é violência, mas para essa gente tão imaginativa a acrescentar letras ao abecedário das ditas orientações sexuais e identidades de género, que serão mais excentricidades e paranóias, no que toca a classificar a violência são muito conservadores, quase vegetarianos, que só comem alface e cenouras. O resto faz-lhes mal e não entra na dieta.
ResponderEliminarIdentidade de género é a maior praga dos últimos tempos e se veio para ficar vou morar para o campo o longe possível desta sociedade:
ResponderEliminarProfessora expulsa da escola por não querer identificar aluno que se identifica com sendo um gato:
https://www.youtube.com/watch?v=T6T0tI6KcUc
Mãe queria processar veterinário por este não querer tratar o filho que se identifica como um gato:
https://youtu.be/955-DocCeBA?t=73
Cada vez há menos segurança mas não se pense que o mau é sempre o do lado oposto ao que nos encontramos.
ResponderEliminarCulpado, em grande parte, por tudo o que vamos vendo, Schengen.
Cumprimentos, caro KK.
Começo a desconfiar que a esquerda está a adoptar a estratégia "Mário Soares". Ou seja, levar nos cornos para depois se fazer de vitima, culpar a extrema-direita, a direita em geral ou que no momento lhes dê mais jeito. Boa sorte com isso.
ResponderEliminarEsperemos que não. Neste momento tenho mais medo de pisar um esquerdalho e ficar com ele agarrado à sola do sapato...
ResponderEliminarCumprimentos
O veterinário fez mal. Tinha aproveitado para o castrar.
ResponderEliminarHá muito aproveitamento politico e jornalistico. Um dia destes um esquerdalho do SCP e um facho do SLB pegam-se à porrada por causa de mais um lance decidido a favor das osgas e há-de ser logo violência da extrema-direita...
ResponderEliminarO "mau" não é sempre o "outro". Mas o que considero absolutamente lamentável é a complacência da esquerda e da comunicação social - passe a repetição - com a violência praticada por certas comunidades, minorias e nacionalidades. Falam, falam sobre os direitos das mulheres, mas nem uma palavra - ou um cravo, vá - para os casamentos forçados de crianças e tantas, tantas outras situações.
ResponderEliminarCumprimentos, caro António.