Alguém que professa uma ideologia que teve o seu apogeu em 1917 e que daí para cá espalhou a fome e a miséria onde a mesma foi implementada, chamar alguém de bafiento é do mais parvo que há. Cento e oito anos a espalhar o cheiro a morte deviam constituir motivo mais do que suficiente para se envergonharem do seu bafo podre. Mas não. Acham que cheiram a pinho, os imbecis. Só se for o cheiro do caixão onde, mais eleição menos eleição, as suas ideias que tresandam a mofo serão enterradas pelos eleitores.
São também os seguidores destas ideias – e não só, que idiotas há muitos – que atribuem a causa do apagão de segunda-feira ao facto de a rede electrica nacional estar na mão de privados. Está-se mesmo a ver que sim. Deve ser por isso que em Cuba ou na Venezuela, entre outros, nunca falta a luz. Nem as comunicações, que o pessoal de lá comunica que se farta.