Parece que nos últimos dez anos – oito dos quais governados pelo Partido Socialista, recorde-se – duplicou o número de famílias ricas. Um excelente indicador que, vá lá saber-se porquê, ninguém ligado à máquina de propaganda daquele partido veio reivindicar como uma grande conquista da governação de António Costa. E, obviamente, deviam tê-lo feito. Mas não. Ser rico parece mal. O povo não aprecia a riqueza. Nomeadamente a dos outros. Quanto muito inveja-a. Daí que este seja um indicador exibido quase como uma critica. Como se fosse um dado que representa algo de negativo. Quando não é. Pena é que não tenha sido multiplicado por dez, cem ou mil.
A propósito de milhões, diz que vamos pagar mais uns quantos na conta da luz. Para ajudar as Câmaras que, coitadas, viram o seu território atravessado por linhas de alta tensão. Não percebo o conceito. Então os potenciais prejudicados por esse atravessamento, que são os habitantes, ainda vão pagar por isso?! Ou seja, são – somos – duplamente lixados. O lado positivo da coisa é que haverá mais dinheiro para a festa. Electrizante, espera-se.









