domingo, 10 de março de 2024

Necessidades...

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Admito que esta cena da habitação não está fácil. Seja na parte de quem procura, seja na parte da oferta. Ainda que as razões de queixa não sejam coincidentes. Embora, em muitas circunstâncias, exista uma relação directa entre elas. Que isto, a bem-dizer, o mundo é só um.


Por motivos que apenas não percebe quem não quer, as rendas estão actualmente em valores, do ponto de vista de quem paga, para lá de exorbitantes. Até mesmo nos lugares mais improváveis como, por exemplo, nas terras mais desertificadas do interior do país. Também nestas regiões, quase desprovidas de gente, a oferta ainda consegue ser inferior à procura. Com a agravante de grande parte da população, de uma ou de outra forma, viver daquilo que a família da reportagem da CMTV tanto almeja. Um teto.

3 comentários:

  1. Querem-se alternativas habitacionais mais económicas e de construção mais rápida, e sustentável e com pouca burocracia camarária...

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  2. Enquanto chegarem estrangeiros "às paletes" o preço das rendas não cairá. Afinal eles têm de morar em algum lugar, não se importam de viver aos magotes e, não há como negar, fazem cá falta.

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  3. Se fazem aí falta podem vir buscá-los aqui ao Martim Moniz que há muitos sem trabalho(parece que não há bicicletas para todos ou então não há clientes suficientes para os marfos ao domiciliário não sei) . Pronto, agora cuidado com chonéfobia e com as correntes de ar que esta semana ainda está um bocado instável.

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