

Uma das polémicas – talvez a principal – que vai animar a próximas autárquicas é a questão da limpeza urbana. A bem dizer, ainda estamos a três meses das ditas e já não se fala nem escreve sobre outra coisa. De norte a sul. E desengane-se quem pense que no concelho vizinho é que é bom. Não, não é, porque os habitantes de lá pensam, dizem e escrevem o mesmo.
Por mim, que não sou de intrigas e de que vez em quando dá-me para seguir as modas, acho que a culpa do lixo e da sujidade generalizada é da extrema-direita. Eventualmente, até, nos nazis. Dos neo e dos outros menos neo. De todos, pronto. Essa facharia é que anda a sujar isto tudo. Pode, admito, ser uma acusação um bocado parva. Tão parva quanto as que os jornaleiros, comentadeiros, intelectualidade bem pensante e outros idiotas em geral fazem diariamente a propósito de tudo e de nada. Com uma diferença. Eu tenho evidências que sustentam a minha tese. As fotografias que acompanham este texto não deixam dúvidas. Num e noutro caso as necessidades, sólidas e liquidas, foram extremamente a direito. A fachada vi da vizinha do lado direito - da extrema-direita, portanto - que o diga.







