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domingo, 20 de julho de 2025

Especialistas de tudo, especializados em coisa nenhuma.

Quando aquelas armas da tropa armazenadas num paiol em Tancos levaram sumiço, o então ministro da Defesa, entre outras alarvidades, garantiu que de espingardas não percebia nada e que nem sequer desconfiava o que raio era um paiol. Hoje é comentador de assuntos militares numa televisão, onde analisa os diversos conflitos armados que vão ocorrendo um pouco por todo o lado. Coisa que, para além de dizer muito acerca do cavalheiro, diz ainda muito mais acerca do estado actual dos meios de “informação”.


Os especialistas especializados nas diversas especialidades a debitar opiniões nas rádios, jornais e televisões são mais que muitos. Todos – embora quase sempre os mesmos - especialmente especializados nos mais dispares assuntos. Eles sabem de tudo e têm opinião acerca de tudo. Aliás, nessa parte das opiniões têm até várias. Uma para quando o respectivo partido está no poder, outra para quando está na oposição e outra ainda para quando o partido do seu coração muda de opinião, de líder ou para quando o líder muda de opinião. Pode parecer estranho, mas gosto de os ouvir. A todos. É uma coisa que me diverte. Pode, admito, ser um bocado parvo, mas já dizia a minha avó que cada um diverte-se a seu modo e ninguém tem nada a ver com isso.


Nos últimos dias, os jornalistas portugueses têm-se referido a Daniel Esteve como líder do “Movimento Desokupa” espanhol, a quem acusam de liderar o que apelidam de caça ao imigrante em Torre Pacheco. Apesar do homem – um herói para muitos espanhóis – ter uma visão um bocado quixotesca da sociedade, é antes de mais um empresário que viu na desocupação de casas uma oportunidade de negócio. Aparece quase sempre quando sucedem casos como este, mas sugiro que vejam as reportagens televisivas na parte em que o fulano é interpelado pelos agentes da Guardia Civil e impedido de entrar na cidade. Quanto ao resto, quem tiver paciência, veja o que o Chat GTP tem a dizer sobre os disparates jornalísticos.


A confusão em chamar Daniel Esteve de “líder do movimento desokupa” pode ser explicada por uma combinação de ignorância jornalística, simplificação excessiva e, em alguns casos,  vontade de enquadrar politicamente a narrativa.


Vamos por partes:




📌 Quem é Daniel Esteve?


Daniel Esteve é o fundador e CEO da empresa Desokupa, criada em 2016 em Espanha. Trata-se de uma empresa privada que oferece serviços de mediação e pressão legal e extrajudicial para ajudar proprietários a recuperar imóveis ocupados ilegalmente (okupados). A empresa ganhou notoriedade por agir de forma dura e polémica, sendo acusada por alguns setores de atuar com táticas de intimidação ou vigilantes.




📌 Existe um “movimento desokupa”?


Não exatamente.




  • O termo "desokupa" (sem o “c”) é usado por esta empresa como marca registada.




  • Não há propriamente um movimento social estruturado chamado “movimento desokupa”, como há, por exemplo, um movimento okupa de base ideológica anarquista ou anti-capitalista.




  • No entanto, o termo começou a ser usado informalmente por pessoas ou grupos que apoiam ações contra ocupações ilegais, muitas vezes com discurso mais à direita no espectro político.






🧠 Então por que lhe chamam "líder do movimento desokupa"?


Aqui estão os principais motivos:


1. Simplificação mediática


É mais fácil, especialmente para meios de comunicação sensacionalistas, usar expressões como "líder do movimento desokupa" do que explicar que se trata do fundador de uma empresa privada com fins lucrativos.


2. Ignorância ou desinformação


Alguns jornalistas ou comentadores realmente não sabem distinguir entre um movimento ideológico/social e uma empresa com marca e atuação própria.


3. Narrativa política


Chamá-lo de "líder de um movimento" dá mais peso político às suas ações e permite encaixá-lo numa narrativa de confronto ideológico (ex: direita vs. esquerda, ordem vs. caos, propriedade privada vs. ocupação).


4. Perceção pública


Como a Desokupa tem forte presença mediática e atuações teatrais ou agressivas (muitas vezes filmadas), cria-se a perceção de que estão a liderar uma causa maior — o que muitos interpretam como "um movimento".




✅ Em resumo:


Chamar Daniel Esteve de líder do movimento desokupa é, tecnicamente, impreciso e simplista. Ele é o CEO de uma empresa privada com marca própria. A ideia de um “movimento desokupa” é mais uma construção mediática e política do que uma realidade formal ou estruturada.


Portanto,  na maioria dos casos, trata-se de ignorância ou simplificação, mas em certos contextos pode haver má fé ou tentativa de enquadramento ideológico.

sábado, 12 de julho de 2025

Desokupar sim, mas devagar...

Ridículo. Assim de repente é o mais simpático que me ocorre para me referir ao debate e aprovação no parlamento da lei “anti-okupa”. Cada qual, da esquerda à direita, mais tótó que o parceiro do lado. Para o coisinho do Livre é uma perda de tempo injustificável. Segundo aquela libelinha, no ano passado terão ocorrido apenas duzentas e vinte e três ocupações de casas. Número que não justificaria, segundo o alarve, que o assunto fosse debatido, quanto mais objecto de uma alteração penal. É capaz de ter razão. Pensando melhor, nem sei para que se anda a legislar sobre homicídios e isso. No ano que passou foram apenas cento e doze e nos anteriores nem chegaram a cem. Ora, sendo uma coisa tão rara, não se justifica que se façam leis a desmotivar o assassinato.


A esquerda, no seu conjunto, votou contra. Não surpreende. Para além de achar desnecessário, toda a gente sabe que está sempre do lado dos bandidos. É nestas alturas que me lembro daquele poema do comuna Ary, cantado pelo comuna Tordo, “Teremos por certo/os gostos trocados/detesto os bonzinhos/adoro os malvados”. Estava, o poeta, cheio de razão. Tantos anos depois ainda não se cansaram de estar do lado errado. Eles, porque o respectivo eleitorado já se fartou de os aturar.


Por fim a direita. A proposta do Chega, aprovada pela IL e AD, estipula um prazo de quarenta e oito horas para desocupação do imóvel. Uma estupidez. Dão tempo aos meliantes para deixarem tudo em cacos. Danos que, obviamente não pagarão. É mais ou menos a mesma coisa que roubarem-me o carro ou a carteira e o ladrão ter dois dias para mos devolver. Depois, claro está, de esturrar o dinheiro e dar uma voltas à pala.


Diz-se que em Espanha têm sido divulgadas as localizações de habitações apenas ocupadas sazonalmente, pertencentes a políticos de esquerda que consideram a ocupação uma atitude legitima. Parece-me que, também por cá, há quem esteja mesmo a pedi-las. Quiçá, até, com um âmbito mais abrangente.

quinta-feira, 27 de março de 2025

Albergue espanhol

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Espanha foi transformada pelos governos esquerdalhos num país de malucos. Um verdadeiro manicómio a céu aberto onde mandam os mais tresloucados de todos os doidos varridos. Coisa em que, mais cedo do que tarde, também nos transformaremos caso o sonho – ou pesadelo, dependendo da decência de cada um - dos esquerdistas do PS em liderar uma frente popular, se concretize.


Não sei se por cá se conhece a dimensão da loucura espanhola. Desconfio que não. Mas, por exemplo, quem vê a sua casa ocupada por uns meliantes quaisquer tem de esperar, em média, mais de oito meses até o tribunal a mandar desocupar. Isto se os ocupantes não forem uma família vulnerável – como agora chamam à generalidade da vadiagem – porque nesse caso o melhor é esquecer. No mínimo uns três anos até ver os delinquentes pelas costas.


Como no país aqui ao lado a esquerda é muito boazinha, tratou de garantir que nunca, em circunstância alguma, alguém pode ser privado de eletricidade, água, gas e internet. Daí que o proprietário, para além de ter de continuar a pagar o IMI lá do sitio ou o empréstimo bancário se for o caso, esteja impedido de mandar desligar esses serviços aos biltres que lhe ocuparam a casa. E que nem lhe passe pela cabeça deixar de os pagar. Se o fizer, para além de ser considerado um acto criminoso, depressa verá o seu ordenado ou reforma penhorados como forma de garantir o bem estar dos patifórios. Menos mal que, por estes dias, um colectivo de juízes decidiu fazer uma interpretação contrária da lei e colocar um pouco de ordem no manicómio. Por pouco tempo, certamente. Os mais malucos entre os malucos – que é como quem diz o esquerdume que gere o hospício – em breve tratará de repor a anormalidade.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

Ocupas e o falhanço do Estado de direito

Como não podia deixar de ser esta coisa das ocupações de casas tinha de chegar a Portugal. Acompanho o fenómeno em Espanha, onde este tipo de crime está mais ou menos generalizado, pelo que não me surpreende o seu contágio. Dado o alarido noticioso que tem sido produzido nos últimos dias e a insistência na repetição da informação de que as forças da ordem, face à legislação vigente, nada podem fazer para expulsar os criminosos, acredito que se instale o sentimento de impunidade entre a bandidagem e as ocupações se multipliquem nos próximos tempos.


Apesar de leigo em matéria de leis, não creio que esta impotência legislativa seja assim tão linear. A lei e a Constituição protegem a propriedade privada e dão aos cidadãos a possibilidade de defenderem o que, legitimamente, lhes pertence daqueles que pela via do crime lhas tentam usurpar. Isto sem, obviamente, causar um dano ainda maior do que o bem que se pretende proteger. Como, por exemplo, matar os ocupas. Se bem que daí, a acontecer, não viesse grande mal ao mundo. Pelo contrário, o planeta seria um lugar melhor sem essa “gente” a habitá-lo. Mas, seja em que circunstância for, esperemos que tal não aconteça.


Parece que, face ao alarme social, estarão já a ser preparadas propostas de lei que permitam resolver estes casos de maneira célere e eficaz. E é bom que o Estado o faça. Os impostos absolutamente absurdos que se pagam sobre o património, em todas as suas vertentes, terão de servir para alguma coisa. Até porque, se nada fizer, arrisca-se a matar a galinha. Ou alguém é ingénuo ao ponto de pensar que isso das rendas altas, das casas vendidas a preços exorbitantes e do investimento no imobiliário não interessa ao Estado? O dinheiro que daí resulta faz falta para, entre outras coisas, financiar muito javardola que anda por aí a defender estes meliantes.

terça-feira, 9 de abril de 2024

Para quê comprar se posso okupar?!

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O imobiliário foi um tema que sempre me interessou. Tenho mesmo a pretensão de achar que podia, se a vida tivesse levado esse caminho, ter sido um profissional do sector. Assim um pedreiro, ou isso. Gabarolice à parte, tenho até um certo jeito para a arte.


Por isso – ou apenas porque sim – subscrevo newsletser’s de diversas empresas do ramo. Numa das últimas eram apresentadas vários imóveis para venda que constituíam verdadeiras pechinchas, desmontando assim a ideia segundo a qual comprar casa é uma impossibilidade para quem tem o azar de não ser milionário. Estava, no caso, a ser comercializado um apartamento T2, com 73 m2, no centro de uma capital de distrito, pela interessante quantia de vinte cinco mil euros. Pela fotografia que promovia o imóvel – reproduzida em cima – pode ver-se que a vizinhança gosta de conviver na rua e que existe na zona uma quantidade significativa de furgões brancos. Propriedade dos moradores, certamente. Há, contudo, um pequeno senão. Uma coisinha de nada. O apartamento está ocupado ilegalmente. E, mas isso sou eu a especular, se algum dia alguém o conseguir desocupar, estará todo partido. É nesta parte que me lembro sempre da outra fulana. Aquela que recomenda que não “lhes dês descanso”, referindo-se, presumo eu, a esses patifes especuladores que fazem, com a sua ganância, com que a malta tenha problemas em arranjar uma casa barata e, por consequência, fique impossibilitada de ter uma “vida boa”. Essas palavras de ordem são aqui seguidas em todo o seu maravilhoso esplendor. Por um lado, descanso é - a julgar pelo preço que estão a pedir - o que os donos do apartamento não têm tido. Por outro, os okupas estão certamente a levar uma vida boa. Ou seja, um magnifico exemplo do que o Bloco de Esquerda pretende para o país. As melhoras a quem votou neles.

terça-feira, 5 de dezembro de 2023

Okupas e outros vermes

Em Espanha, mesmo aqui ao lado, a ocupação de casas por parte de máfias organizadas e meliantes de todas as origens e motivações é uma coisa corriqueira. Graças à legislação patrocinada pela esquerda e extrema-esquerda no poder, qualquer um que veja a sua propriedade ocupada pouco ou nada pode fazer para expulsar os delinquentes e retomar a posse daquilo que é seu. Não pode, sequer, mandar desligar a água, luz ou comunicações. Tem de continuar a pagar as contas, pois caso não o faça as operadoras recorrem à execução e o salário da vitima é penhorado num ápice. A maneira mais eficiente para estas pessoas recuperarem os seus imóveis tem sido o recurso às empresas de desocupação, mas até isso está na mira da esquerda espanhola que já tentou pela via legislativa terminar com esta actividade. Só não conseguiu por ainda haver, entre os deputados do PSOE, meia-dúzia de pessoas com bom senso que votaram contra esta intenção e evitaram a criação de uma maioria que aprovasse a lei. Nas últimas eleições já devem ter ficado fora das listas e por isso, mais dia menos dia, nem essa hipótese restará aos espanhóis.


Por cá, ainda que pontualmente, já vamos tendo noticias do incremento desta criminalidade. Embora apenas através de relatos partilhados nas redes sociais ou numa ou noutra publicação de meios de informação alternativos. Os média do regime se um dia derem conta destas coisas, tal como em Espanha os média locais, estarão do lado dos criminosos. A lei portuguesa, por enquanto, permite a rápida expulsão de qualquer intruso que invada propriedade privada. Não deve tardar a ser alterada. Por ora o mais parecido que temos com os okupas espanhóis são os inquilinos que não pagam a renda. Outra praga.

domingo, 21 de maio de 2023

O mundo ao contrário

Embora por cá apenas muito raramente seja noticia, em Espanha a ocupação ilegal de casas constitui um dos maiores problemas do país vizinho. Principalmente desde que os esquerdalhos malucos chegaram ao poder. A loucura é de tal ordem que, recentemente, foi apresentado no parlamento espanhol uma proposta de lei que visava ilegalizar as empresas que se dedicam a desocupar as propriedades. Uma réstia de bom senso de alguns deputados do PSOE impediu mais esse passo na direcção da anarquia aboluta.
Um proprietário que veja a sua casa ocupada - há casos em que bastou a ausência de umas horas - não pode, face à legislação espanhola, correr com os meliantes que a ocuparam. Nem, sequer, mandar desligar a água, a luz, o gás ou as telecomunicações. Tem de continuar a pagar como se lá morasse e, se não o fizer, verá o salário penhorado pelos respectivos fornecedores para pagamento das dividas. Pode, naturalmente, recorrer à justiça. Terá, com sorte, o problema resolvido cerca de um ano e meio depois. Isto se for a primeira habitação. Caso se trate de uma segunda o melhor é esquecer. Nunca mais de lá tira a vadiagem.
Este cenário levou ao surgimento de inúmeras empresas especializadas em colocar os okupas ao fresco. Estas empresas actuam dentro da legalidade e, que se saiba, raramente têm sido condenadas pelos tribunais por actuações contrárias aos limites da legislação. E é isso que a esquerda quer evitar ao tonar ilegal a desocupação. Se um dia o conseguir criará um problema muitíssimo maior. Entre os muitos milhares de proprietários existirão sempre alguns menos pacientes que tenderão a resolver as coisas pelas próprias mãos. E isso, por norma, não costuma acabar bem.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

O Estado-Okupa

Avenida1


Avenida2


 


1 – Nada do que vem do actual Partido Socialista constitui motivo para grandes surpresas. Daí que ouvir o primeiro-ministro colocar em causa o direito à propriedade privada não espante ninguém. Aquilo anda numa deriva revolucionária ao melhor estilo do PREC que, calculo, envergonha os milhares de socialistas que, no Verão quente de setenta e cinco, lutaram contra a implementação de uma ditadura comunista.


2 – Depreendo das palavras de António Costa, acerca do pacote da habitação, que o governo pretende, entre outras coisas, tornar-se num “okupa”. Dos bonzinhos, concedo. Toma posse de uma casa vazia, recupera-a se estiver em mau estado, coloca lá quem lhe apetecer e paga a renda ao legitimo proprietário. Não me parece mal de todo. Mas, para precaver inevitáveis desaguisados com os donos, pode começar por recuperar o património do Estado. Como, para não ir mais longe, estas casas que uma empresa cem por cento pública detém cá na terra.

3 – Aproveitar a hora de almoço para ir a qualquer um dos supermercados cá do burgo é uma experiência que não recomendo a ninguém. Estão, todos eles, cheios de reformados e de malta do rendimento mínimo a comprar cenas como se não houvesse inflação. Com toda a tranquilidade deste e do outro mundo. Não podem, obviamente, ir a outra hora. Antes ou depois aqueles espaços comerciais têm demasiada clientela. Nomeadamente reformados e malta do rendimento mínimo que não gostam de ir às compras à hora de almoço.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

A casa dele é a tua casa. Dou-ta eu.

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Há quem goste de praticar a caridade e quem prefira a solidariedade. Diz-se que a primeira é coisa das pessoas da direita e que a segunda constitui um dos principais valores da esquerda. Por norma quem pratica a caridade fá-lo com o seu dinheiro. Já a solidariedade é, regra geral, praticada à custa do dinheiro dos outros. Dos contribuintes, quase sempre.


Um bom exemplo é o governo esquerdista-radical espanhol. É tão solidário, mas tão solidário, que num gesto de inusitada solidariedade decidiu proibir os despejos das habitações ilegalmente ocupadas. Negócio que, para quem não sabe, é amplamente dominado por máfias e outros delinquentes das mais diversas proveniências políticas e sociais. Se já era difícil ao legitimo proprietário recuperar uma casa – bastava que entre os ocupantes estivesse uma criança para a recuperação ser extremamente morosa – agora torna-se praticamente impossível. Basta que a habitação tenha sido ocupada sem recurso a violência para que o despejo dos ocupantes não possa ser feito. Como a invasão e apropriação da propriedade alheia ocorre quando o dono não está em casa, a tranquilidade da ocorrência está garantida. São as maravilhas de um governo da esquerda solidária. Ou de ladrões desmiolados. Por mim voto na segunda.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Desokupados

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Um grupo de indivíduos – provavelmente desocupados e sem nada de útil para fazer - ocupou, um destes dias, um prédio devoluto propriedade do Município lisboeta. Não terá sido, presumo, escolhido ao acaso. Qualquer proprietário normal, chamemos-lhe assim, não estaria para aturar as brincadeiras de gente que se recusa a crescer. Opção, essa de ser eternamente gaiato, que será muito legitima - embora simultaneamente parva e financeiramente ao alcance de poucos – mas que se deve conter dentro daquilo que a lei aceita. O que, para além dos jornalistas embevecidos com esta acção, toda a gente deve perceber que não é o caso. Até o Medina. Mas este pensará no assunto lá para dia dois do próximo mês. Entretanto quem passar por perto é melhor ter cuidado com o fumo. Nunca se sabe a quantidade de tabaco que essa malta usa.