Será extremamente preocupante se a posição do partido comunista acerca da questão ucraniana não conduzir ao seu isolamento social e político. Perante a inenarrável atitude - ainda que, pelo menos para mim, nada surpreendente - daquele conjunto de imbecis, não vejo que outra alternativa reste às forças políticas democráticas, aos sindicatos, à comunicação social, à sociedade em geral e a cada português com o mínimo de decência.
Talvez seja esta a hora de fazer o tal cordão sanitário. Se, até posso concordar, é necessário isolar os adoradores de um assassino morto, muito mais urgente será manter longe do convívio democrático os apoiantes de um criminoso vivo. É, principalmente, nestas alturas que me apetece citar alguém que dizia “Num comunista bate-se sempre. Mesmo que não saibas porque lhe bates ele sabe porque apanha”. E, como dizia sempre a minha avó, só se perdem as que não lhe acertam...
















