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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Foste tu, Putin?

Diz que o serviço multibanco está inoperacional em, pelo menos, parte significativa do país. O drama, o horror, a tragédia e até, quiçá, o caos estão instalados. Quem não tiver o dinheirito debaixo do colchão está feito ao bife. O que é, obviamente, uma maneira de falar. Bife, a menos que o tenham no frigorífico é cena que hoje não apanham.
Mas, por outro lado, aguardo com ansiedade manifestações de jubilo se, com será provável, este apagão do sistema de pagamentos se dever a actividades no âmbito do cibercrime. A malta gosta do pessoal que se dedica à invasão de computadores alheios. Acham-os uns heróis e isso. Fazem bem. As compras no Continente podem esperar. Por mim não me ralo. Nunca liguei muito aos conselhos do meu ortopedista.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Cartão desinibido? Está tudo explicado...

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De vez em quando o assunto das comissões sobre movimentos com cartão multibanco volta a ser tema de conversa. Deve ser para apalpar terreno, ou isso. Ora, nos tempos que correm, o apalpanço é algo pouco valorizável. Pode, até, ser considerado assédio. E, como isto anda tudo ligado, assédio é uma coisa que os bancos andam a fazer ao nosso dinheiro. Talvez por isso, em lugar de ficar chateado, dei comigo todo feliz da vida quando um destes dias vi um pagamento com cartão ser recusado. O motivo, garantiam-me, é que o cartão estava inibido. Ainda bem, disse para os meus fechos de correr. O que mais me faltava agora era andar por aí com um cartão todo desinibido...

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Se calhar é uma espécie de mensagem subliminar...

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Deve haver, presumo, uma regra qualquer que determine a altura a que uma caixa multibanco deve ser colocada. Ou, pelo contrário, será coisa para deixar ao livre arbítrio do gajo que instala o equipamento?! Quiçá seja algo mais ou menos aleatório. Nuns sítios mais acima, noutros mais abaixo. Talvez os bancos tenham assim uma espécie de estudo acerca dos clientes e determinem a colocação das ditas traquitanas em função da altura média dos mesmos. Ou conforme o número de baixotes. Se estes forem a maioria a máquina fica mais baixa e o contrário se os mais espigados estiverem em superioridade numérica.


Independentemente do motivo parece-me que a esmagadora maioria está demasiado próxima do solo. Uma chatice. Um gajo tem de curvar para sacar o dinheiro. Pior. Se a visão ao longe já não fôr a melhor mal se distinguem as teclas. Um problema inquietante, este. E que urge resolver. Em menos tempo do que os tipos da CGD levam para entregar uma declaração de rendimentos, de preferência.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Vá lá pessoas modernizem-se. Adiram ao Home banking!

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Se há coisa que me aborrece é ficar largos minutos à espera que uma criatura qualquer pague as contas, suas e de todos os familiares, no multibanco. Mais desesperante ainda se, após cada pagamento, fizer uma consulta ao saldo da conta. Tudo assuntos que podem, com muito mais segurança e tranquilidade, ser feitos em casa. Mas não. Vá lá saber-se porquê há ainda quem prefira fazê-las na rua. Uns corajosos, é o que é. Não só revelam um destemor enorme face à bandidagem, como não se importam de enfrentar os olhares de desprezo dos que têm de aguentar pela conclusão das suas transações. É por estas e por outras – mas especialmente por estas, reconheço – que me agrada a ideia de lançar um imposto sobre este tipo de operações. O que até se pode concretizar em breve se essa for a vontade do PCP.