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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Liberalidades, refeições à pala e ovelhas...ou como isto anda tudo ligado.

1 – Volta e meia regressa a conversa da falência, num futuro mais ou menos próximo, da Segurança Social. Até haverá motivo para isso, face à fraca natalidade e ao aumento da esperança média de vida. Contudo, perante a miríade de “apoios”, subsídios e liberalidades diversas distribuídas a criaturas, em idade activa, que não equacionam sequer a hipótese de trabalhar, não me parece que existam motivos para grandes preocupações acerca da saúde financeira da Segurança Social. Mas, se as profecias quanto à sua insolvência vierem no futuro a confirmar-se, então é porque estamos perante uma gestão criminosa no presente.

2 – Ouço, sem perceber as razões para o espanto com que a noticia é revelada, que uma senhora vogal de uma junta de freguesia se servirá da cantina escolar para refeiçoar. Ela e a família. Louvável esta forma de agir, a ser verdadeira. Graças a ela os pais, encarregados de educação e demais fregueses podem estar descansados quanto à qualidade da alimentação fornecida aos alunos.


3 – Também por cá o número de imigrantes não para de aumentar. Depois de ucranianos e brasileiros, agora são os asiáticos que chegam aos magotes. Dois deles interpelaram-me um dia destes no sentido de obter uma informação. O que se seguiu foi – dada a minha dificuldade com línguas estrangeiras - um dialogo para lá de surreal. Foi quase preciso fazerem um desenho para eu perceber que queriam saber onde podiam comprar uma ovelha. Nem me atrevi a perguntar para que queriam o bicho.

domingo, 2 de janeiro de 2022

Pobres?! Nah...só ligeiramente menos ricos do que os outros!

Há gente que fica muito incomodada quando se lhes faz ver que, apesar de toda a propaganda, caminhamos a cada ano e em passo acelerado para os últimos lugares do ranking da riqueza ao nível da União Europeia. Acredito que um dos motivos do desagrado será por lhes ser cada vez mais difícil culpar o “malvado governo da direita”, com as suas políticas de direita, pelo definhar do país. É que isto, parecendo que não, já lá vão seis anos de políticas de esquerda, daquelas que privilegiam os interesses nacionais, nomeadamente os dos trabalhadores e do povo. O resultado está à vista.


Numa tentativa patética de justificar a ultrapassagem das economias dos países de leste há quem já me tenha garantido que lá, por causa das “políticas neoliberais” que os gajos adoptaram, os trabalhadores vivem numa miséria franciscana. Sem direitos e a ganhar pouco. É tudo uma questão de médias, garantem. É capaz disso, é. Por mim, que dessas coisas da economia sei tanto como um barbeiro e ligeiramente menos que um taxista, para perceber o nível de pobreza a que esquerda nos condenou prefiro olhar para a origem dos imigrantes que chegam aqui à região. Antes vinham europeus de leste. Agora vêm nepaleses, paquistaneses e indianos. Como não sou de fazer perguntas parvas nem vou questionar porquê...