sábado, 21 de março de 2015
Mudança
Agora é definitivo. Seja isso o que tempo que fôr. Resolvidos os problemas com a migração - que, afinal, até era uma coisa fácil - esta vai ser de agora em diante a nova e única morada do Kruzes Kanhoto.
quinta-feira, 19 de março de 2015
País de alarves!
País de alarves!
quarta-feira, 18 de março de 2015
Lista? Mas qual lista?!
Lista? Mas qual lista?!
E o crescimento, pá?!
E o crescimento, pá?!
Blogger vs Sapo
Blogger vs Sapo
terça-feira, 17 de março de 2015
Deve ser tudo rico...
Constitui para mim um mistério inexplicável que não se vendam computadores sem sistema operativo instalado. Se há, nunca os vi. Isto apesar de em inúmeras ocasiões e outras tantas lojas – grandes e pequenas – da especialidade, ter questionado os funcionários – colaboradores, vá – acerca do assunto. Sem sucesso, diga-se. Obtive apenas respostas parvas de quem não fazia a mais parva ideia acerca do eu estava a falar.
Não consigo entender que tenha de pagar por algo que não quero e que não pretendo usar. Recorde-se que a licença do Windows custará cerca de cento e cinquenta euros. Valor que está incluído no preço da máquina. Sendo utilizador do Linux, um sistema operativo gratuito, que inclui software para tudo o que preciso, não me parece razoável ter de pagar uma espécie de tributo à Microsoft. Para mais quando não vou usar nenhum programa produzido por essa empresa.
Por alguma obscura razão é tema que parece não preocupar ninguém. O Governo, a Deco ou o Bloco de esquerda, nomeadamente. Nem, mais estranhamente ainda, aos consumidores em geral. Devem ser todos ricos.
Então e essa coisa da vontade do freguês?!
Então e essa coisa da vontade do freguês?!
Diz o roto ao nu...
Diz o roto ao nu...
segunda-feira, 16 de março de 2015
Desemprego verde
Só um tonto acredita que o fisco vai arrecadar quarenta milhões de euros com a receita proveniente do imposto sobre sacos de plástico. Apenas um idiota não percebe que uma medida desta natureza terá, inevitavelmente, reflexos nos postos de trabalho das empresas do sector. Somente os ecologistas, que conseguem ser tontos e idiotas em simultâneo, pouco se importarão que mais uns quantos portugueses vão para o desemprego e vejam as suas vidas destroçadas por causa de meia dúzia de gaiatos que têm a mania de brincar com coisas sérias.
Para além dos ecologistas e do ministro com ar alucinado há muita gente a aplaudir este imposto que, na prática, determina a extinção dos sacos de plástico. Daí que, se calhar, ninguém se importe que umas quantas pessoas fiquem sem trabalho. Danos colaterais, dirão, em nome de um bem maior. Pois sim. Um dia sereis vós as vitimas da revolução verde.
Desemprego verde
domingo, 15 de março de 2015
Não vendo!
Não vendo!
sábado, 14 de março de 2015
A culpa (também) é do PREC!
Há quem goste de culpar o Cavaco por tudo e mais um par de botas. Nomeadamente os que não reconhecem a responsabilidade dos governos socialistas por este triste estado de coisas. Para esses tristes quem rebentou o país não foram nem o Sócrates nem o Guterres mas sim Cavaco Silva que, dizem, terá destruído a agricultura, a pesca, a indústria e mais umas quantas cenas que, dependendo do que fumaram antes, na ocasião lhes ocorram.
Não gosto do Cavaco e odeio as politicas socialistas. Mas estes três estarolas, por mais trágica que se tenha revelado a sua governação, não passam de meninos de coro quando comparados com a tragédia provocada pelo Partido Comunista e seus sequazes durante o chamado PREC. Um processo criminoso contra a economia do país, que teve inicio em onze de Março de 1975 e acabou em 25 de Novembro do mesmo ano, cujas sequelas chegam até hoje. Disso, curiosamente, ninguém fala. Deve ser falta de memória. Ou ignorância.
A culpa (também) é do PREC!
Há quem goste de culpar o Cavaco por tudo e mais um par de botas. Nomeadamente os que não reconhecem a responsabilidade dos governos socialistas por este triste estado de coisas. Para esses tristes quem rebentou o país não foram nem o Sócrates nem o Guterres mas sim Cavaco Silva que, dizem, terá destruído a agricultura, a pesca, a indústria e mais umas quantas cenas que, dependendo do que fumaram antes, na ocasião lhes ocorram.
Não gosto do Cavaco e odeio as politicas socialistas. Mas estes três estarolas, por mais trágica que se tenha revelado a sua governação, não passam de meninos de coro quando comparados com a tragédia provocada pelo Partido Comunista e seus sequazes durante o chamado PREC. Um processo criminoso contra a economia do país, que teve inicio em onze de Março de 1975 e acabou em 25 de Novembro do mesmo ano, cujas sequelas chegam até hoje. Disso, curiosamente, ninguém fala. Deve ser falta de memória. Ou ignorância.
Desenrasquem-se, pá!
Desenrasquem-se, pá!
Porra, pá – que é uma bela de uma expressão que uso amiúde – esta gente quer tudo. Deve pensar que vive num país com dinheiro suficiente para pagar três dividas externas. Ou mais. Agora são os pais que – coitados – têm o gravíssimo problema de, nos espaço público, não ter onde mudar a fralda aos seus infantes. Isto por o fraldário, na maioria dos edifícios, estar na casa de banho das senhoras. O mesmo drama ocorre quando as piquenas necessitam de usar o WC e os papás as têm de levar aos lavabos dos homens. Reclama-se hoje, por isso, que o Estado olhe para o assunto e trate de arranjar condições para que todos - independentemente do género, como agora se diz - possa limpar o cagueiro ao seu rebento.
Será que os portugueses perderam aquela fantástica capacidade de, em qualquer circunstância, se desenrascarem?! Acham que se justifica o investimento neste tipo de coisas quando o Estado está falido e as empresas nem conseguem manter postos de trabalho?! Nomeadamente quando a tendência para um acentuado decréscimo dos nascimentos é cada fez mais evidente. Porra, pá. Desenrasquem-se e deixem de ser mariquinhas, pá!
sexta-feira, 13 de março de 2015
Diz que foi uma espécie de greve
Diz que foi uma espécie de greve
Hoje foi dia de greve na função pública. Presumo que a adesão, na perspectiva dos sindicatos, ronde uns avassaladores cento e dezanove por cento. Já na óptica do governo os funcionários que hoje faltaram ao trabalho não foram mais que dois. Ou três, se entretanto tiver morrido algum que ainda não tenha sido abatido ao efectivo.
O habitual, portanto. Embora os hábitos tenham mudado. E muito. As greves de hoje nada têm a ver com as de outros tempos. Nos anos seguintes ao vinte cinco do A e até aos anos noventa era predominantemente no sul, em particular no Alentejo, que os seus efeitos se faziam sentir. Agora, a julgar pelas noticias, é no litoral e também a norte que as greves terão uma maior adesão. Por cá não se dá por nada.
Entretanto tudo vai continuar como antes. Mário Nogueira vai, daqui a pouco, dizer coisas a que ninguém liga. Jerónimo de Sousa vai manifestar a sua solidariedade com a luta heróica dos trabalhadores e, mais uma vez, exigir a demissão do goverrrrrrrrno. Já António Costa garantirá que não pode anunciar medidas mas que, quando governar, vai satisfazer todas as pretensões de toda gente. Deve ser por isso que os alentejanos já não fazem greve...
Charters de autarcas
Charters de autarcas
O "consporco". Javardote, vá.
Presumo que, pelo menos desde o fim da escravatura, em todos os locais de trabalho existam meios de controlar a assiduidade e pontualidade dos trabalhadores. Ou, sejamos modernaços, dos colaboradores. Tal como este conceito, também a maneira de fazer o controlo é cada vez mais moderna. O que nem sempre é boa ideia.
Quando comecei a trabalhar – ou a colaborar, sei lá - era o livro de ponto. Com uma esferográfica presa por um cordel não fosse alguém mais distraído metê-la ao bolso. Não querendo partilhar, por não saber onde é que o colega que tinha assinado antes andou com as mãos, cada um podia assinar com o seu próprio material escrevente.
Veio, depois, o relógio de ponto. Os primeiros exemplares produziam, a cada utilização, uma chinfrineira do camandro quando se introduzia o cartão mas, no âmbito da promiscuidade, eram exemplares. Nada de misturas. Cada um só mexia no seu e não precisava de tocar na máquina. Muito menos na ranhura.
Mais tarde inventaram um mecanismo em que os colaboradores são identificados pelas impressões digitais. Uma javardice. Todos colocam o dedo no mesmo espaço de dois centímetros quadrados. Isto depois de o dito dedo ter passado sabe-se lá por onde. Há, até, quem o lamba – ao dedo – quando a máquina manifesta notórias dificuldades em o identificar.
Deve ser por isso, ou por outra razão parva qualquer, que existe sempre um outro colaborador mais intrépido que parte para a agressão ao mecanismo. Acredito que não obterá daí grandes proveitos mas, pelo menos, não o conspurca. Como o outro consporco.
quinta-feira, 12 de março de 2015
O consporco. Javardote, vá.
quarta-feira, 11 de março de 2015
É cultura, estúpido!
Esta magnifica, extraordinária e até mesmo sublime obra-prima esteve, no Verão passado, patente ao público numa exposição de…digamos… arte. Ou lá o que lhe queiram chamar. Trata-se de um livro de guias de remessa de uma firma de mármores onde, ao longo do tempo, os empregados de escritório foram emitindo os documentos que acompanhavam as mercadorias que a firma comercializava. Sem sequer desconfiar que estavam a produzir arte. E da melhor! Afinal quanta criação artística se pode transmitir através de uma guia de remessa, uma factura ou uma venda a dinheiro?! Muita, como se pode ver.




