Nutro um profundo desprezo pelo feminismo e, no geral, pelas feministas. Não tanto pela causa que esteve na origem dos movimentos feministas – a igualdade entre homens e mulheres não merece a desaprovação de ninguém minimamente inteligente – mas antes pelos princípios que actualmente norteiam estas organizações. Nomeadamente por, quase sempre, ignorarem os crimes cometidos contra mulheres por pessoas de origens étnicas, raciais ou religiosas que reconhecem à mulher menos dignidade do que a uma lagartixa.
Os motivos são óbvios. A actual onda feminista nada tem a ver com a protecção de direitos das mulheres mas tudo com a tentativa de imposição de uma nova ordem social. E assumir nem constitui um problema para as militantes desta causa. Uma dirigente espanhola de uma dessas agremiações, quando questionada por que razão não denunciavam as violações cometidas por estrangeiros com a mesma ênfase com que o fazem quando se trata de concidadãos, não teve qualquer prurido em responder – e cito - “es una guerra contra el hombre blanco solamente”. Nada que indigne quem quer que seja, motive abertura de telejornais ou incendeie as redes sociais. Já se fosse alguém – de preferência um homem, heterossexual e branco – a dar um pontapé numa cadela...















