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sábado, 7 de outubro de 2023

Agricultura da crise...climática.

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As árvores do meu quintal, coitadas, estão manifestamente confusas. Deve ser coisa das alterações climáticas, ou lá o que é. Esta desgraçada está carregada de laranjas, o que é normal para a época. Mas também está com flor. O que já não se afigura assim tão normal. Nomeadamente atendendo á época do ano e ao adiantado estado de desenvolvimento evidenciado pelos frutos que nasceram na altura certa. É deste tempo manhoso, certamente. Razão tinha a minha avó, quando garantia que a ida do homem à Lua ia destabilizar isto tudo.

segunda-feira, 12 de junho de 2023

A batata ilógica

batata


A minha experiência em matéria de agricultura é escassa. Ou, por outras palavras, não percebo nada disto. Sei, ainda assim, que se semear batatas existe uma probabilidade bastante elevada de colher batatas. Foi com essa expectativa que semeei batatas. E, juro, eram mesmo batatas. Presumo por isso que estas plantas estejam a desenvolver batatas. No solo, obviamente. Aquilo que ostentam pendurado do caule não sei o que é. Nunca vi. Posso até garantir, como já dizia alguém cujo nome agora não me ocorre, que “nunca tal eu houvera visto”.


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Já framboesas vejo todos os dias, em número razoável, de boa qualidade e sem esquisitices. Não era grande apreciador, mas estou-lhe a tomar o gosto. Esta foi a colheita do dia. Já foram. Amanhã há mais.

quarta-feira, 13 de julho de 2022

Os tomates da crise

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Ter tomates não será indispensável. O que há mais é gente que não os tem e não é por isso que não continua a andar por aí a comer a sua saladita. Mas tê-los dá jeito. No sitio, de preferência. Ainda mais quando o sitio é ali quase ao virar da esquina e os ditos são produto da agricultura da crise.

segunda-feira, 4 de julho de 2022

Os tomates da crise

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Entretanto na outra agricultura da crise – aquela mais à séria – as coisas vão correndo melhor. Apesar de ser no campo não há tanto passarão, as toupeiras mantêm-se afastadas graças a umas cenas que emitem um som que lhes desagrada e até os gatos têm escolhido o espaço que não está cultivado para arrear o calhau. O pior são as pragas, mas isso também faz parte.


Hoje o destaque vai para o tomate. Quase capaz de salada, um ou outro. Ou de sopa. Depende da paciência.

domingo, 13 de março de 2022

Agricultura da crise

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Os primeiros nabos e verdura diversa. Alfaces, espinafres, nabiças e outros que tais igualmente verdes. Tudo colheita de sexta-feira lá na UCP. Unidade Colectiva de Produção. Colectiva porque somos dois a bulir. Nada de confusões com aquela cena que envolvia comunistas que espoliavam as terras aos legítimos proprietários. As que, como esta, produziam alguma coisa de jeito, obviamente.

terça-feira, 30 de novembro de 2021

Agricultura da crise

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Estão feitas as primeiras sementeiras e plantações de inverno. Dali brotarão, nomeadamente, vegetais. Espera-se. Se sair outra cena qualquer será, para além de assaz estranho, motivo para equacionar a ocorrência de um fenómeno de difícil explicação. Coisa que, de resto, caracteriza quase todos os fenómenos. Se isso acontecer a culpa terá de ser imputada ao gajo que me vendeu as sementes. Ou, até mesmo, a essas multinacionais do grande capital que, alegadamente, andarão a fazer umas manigâncias quaisquer com as sementes. Por mim, desde que vejo ervilhas cor-de-rosa, já acredito em tudo.

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Agricultura da crise

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Pouco percebo de alterações climáticas. Mas, se calhar, na perspectiva de alguns fundamentalistas isto constitui uma heresia. Um crime, quase. Seriam gajos, se vissem a foto, para se questionar acerca da quantidade de água que foi precisa para produzir estes produtos e, provavelmente, suscitar mais umas interrogações sobre a sustentabilidade do planeta que a mim, pobre agricultor das horas vagas, nem me ocorrem.


Confesso o meu cepticismo sobre as teorias dessa malta do clima. Tão grande, ou parecido, com o que tinha acerca dos resultados da agricultura da crise quando tudo isto foi plantado. Vá lá que não se concretizou e o resultado está à vista. Tudo isto, mais as colheitas anteriores e o que ainda há para colher. Para principiantes a coisa não está má. E, esclareça-se, tudo verdadeiramente natural. Do mais que há. É que estes, ao contrário dos ditos biológicos que podem incorporar até cinco por cento de ingredientes não biológicos, não têm um único produto químico. Zero por cento. Mais biológico é impossível.

segunda-feira, 26 de abril de 2021

Toupeiras, lagartas e outras apoquentações

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A agricultura da crise está, como já aqui dei conta em inúmeras ocasiões, sob constante ameaça. De toda a espécie. Lesmas, caracóis, lagartas, pássaros, gatos e outra bicheza não identificada tudo invade o meu quintal. Até uma cobra – a tal víbora cornuda – já aqui me apareceu. Quase parece a reforma agrária da bicharada. Mas, de uma ou outra maneira, os atacantes vão sendo escorraçados e a coisa resolve-se.


Desta vez é pior. O caso é sério. Envolve toupeiras e se não me conseguir livrar das bichas a outra agricultura da crise – a tal 2.0 – está seriamente ameaçada. A ideia não é apenas afugentá-las. Para isso existem umas traquitanas que emitem um som alegadamente incomodativo que, supostamente, as afastará. O pior é que, mais cedo do que tarde, acabarão por voltar. Daí que prefira uma solução que resulte no falecimento dos invasores. Estão em causa os tomates, pimentos e tudo o mais que por lá está plantado. Quem souber de uma “mézinha” suficientemente boa para matar os atacantes, avise.

sexta-feira, 12 de março de 2021

Agricultura da crise

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A inauguração deste sofisticado sistema de rega gota a gota dá inicio a uma nova era na agricultura da crise. Diria que será uma pequena gota para um morangueiro e um dilúvio para o quintal. Ou algo parecido, vá.

domingo, 7 de fevereiro de 2021

Agricultura da crise

Longe vai o tempo das hortas urbanas. Daquelas que nasceram um pouco por toda a parte quando, na sequência da intervenção externa de resgate ao país provocada pela governação do partido socialista, vivemos assim uma espécie de grande fome. Claro que, como todas as modas, rapidamente caiu no esquecimento. Bastou que ao poder chegassem os geringonços para a vida voltar à maravilha que sempre é quando no poder não está um maléfico governo de direita, a praticar políticas de direita e composto por gente que apenas quer o pior para nós e o melhor para eles. Ainda bem que agora não é assim.


Por mim, que não alinho em populismos nem tenho uma visão balizada por palas desta coisa da política, a agricultura da crise continua a ser o que sempre foi. Haja fome ou fartura. E, por esta altura, está assim. Para além de mais umas coisitas que ainda não têm “cara” para aparecer. Por agora alhos, coentros, alfaces, repolhos, brócolos, nabos e poejos são os protagonistas.


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domingo, 16 de agosto de 2020

Os tomates da crise

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Ter tomates, em tempos de crise, pode ajudar. Este ano, na agricultura da crise e numa inédita parceria, também há disso. Dá para tudo e ao gosto de toda a gente. Uma sopa de tomate para os que gostam de “enfardar”, uma salada para os vegetarianos ou um doce para os gulosos.  Ou, no meu caso que sou um brutamontes em matéria de “morfes”, todos eles. Com crise ou sem ela.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

O ataque do esquadrão lesma

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Quando, faz tempo, me lamentei aqui – ou noutro sitio qualquer, já não me lembro nem isso interessa muito – da invasão de lesmas no meu quintal, uma idiota retorqui-me que as lesmas têm tanto direito a viver neste planeta quanto eu. Presumo que seja uma daquelas criaturas com um elevado índice de indigência mental que chamam filhos aos cães e anjos aos bichos em geral. Gente mancomunada com o Demo, só pode.


Mas, por mim, não me importo de partilhar o planeta com qualquer espécie de vivente. Embora no que toca a lesmas, bichos de conta e outros predadores que me infestam o quintal, os prefira mortos. De preferência antes de atacarem os morangos.

sábado, 22 de junho de 2019

Os morangos da crise

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Um gajo chega a casa depois de uns dias fora e é isto. Mas eu já andava desconfiado que eles não gostam de companhia. De ter alguém por perto, por assim dizer. Pelos vistos medram muito melhor se ficarem sozinhos. E ainda há por aí uns paspalhos a divagar acerca de quanto as plantas apreciam que falem com elas...Pois, pois. Deve ser, deve. Ainda bem que os meus morangueiros não são desses. Também onde é que já se viu falar com plantas?! Tss, Tss...

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Agricultura da crise

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Ora aí está uma grande ideia. Da maior utilidade para quem, como eu, tem uma aversão visceral a cavar. Aquela coisa de pegar numa sachola e revolver a terra. Assim, há que reconhecer, é muito mais fácil. Basta abrir uns buraquitos, já previamente picotados na embalagem, e está pronto para plantar. Sem calos nas mãos nem dores nas costas e quase sem canseiras. Hoje foram morangos, amanhã serão alfaces e no futuro tudo o que a imaginação providenciar. Mas por que raio ninguém me avisou antes da existência destas cenas?!

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Agricultura da crise, ou isso

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Devia mudar o titulo dos posts em que abordo o tema da produção agrícola caseira. A crise, como toda a gente sabe, já passou. O fantástico governo de Lisboa já a enxotou para bem longe. E também porque, a bem dizer, os produtos expostos são o resultado de uma parceria. Daquelas como as PPP’s, não sei se estão a topar. No caso dei a árvore, as sementes e colhi. Uma canseira. Mesmo assim começo a gostar do conceito.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Agricultura da crise

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Desde que somos ricos outra vez nunca mais ouvi falar das hortas sociais – comunitárias, ou lá o que era – nem, sequer, de gente que cultivava de tudo em qualquer nesga de terreno. Até aquelas pessoas que com muita arte e infindável engenho transformavam uma varanda num quintal ganharam juízo e deixaram de brincar aos agricultores. Ou, pelo menos, deixámos de ter noticias deles. O que é quase a mesma coisa.


Por mim, nunca alinhei nessas modas. Não tenho jeito para a lavoura nem, principalmente, grande vontade. Limito-me, como fazia antes de termos ficado pobres e faço agora que somos de novo abastados, a espalhar umas sementes pelos canteiros e a plantar um ou outro vegetal. Depois, o resultado, é o que a terra quiser. Ou o que os pássaros e rastejantes diversos deixarem.