segunda-feira, 3 de abril de 2017

Agricultura da crise

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Desde que somos ricos outra vez nunca mais ouvi falar das hortas sociais – comunitárias, ou lá o que era – nem, sequer, de gente que cultivava de tudo em qualquer nesga de terreno. Até aquelas pessoas que com muita arte e infindável engenho transformavam uma varanda num quintal ganharam juízo e deixaram de brincar aos agricultores. Ou, pelo menos, deixámos de ter noticias deles. O que é quase a mesma coisa.


Por mim, nunca alinhei nessas modas. Não tenho jeito para a lavoura nem, principalmente, grande vontade. Limito-me, como fazia antes de termos ficado pobres e faço agora que somos de novo abastados, a espalhar umas sementes pelos canteiros e a plantar um ou outro vegetal. Depois, o resultado, é o que a terra quiser. Ou o que os pássaros e rastejantes diversos deixarem.

6 comentários:

  1. Anónimo4:26 p.m.

    Um Canteiro biológico, regado com a água da chuva!
    Faz bem ao coração e é um regalo para a vista.

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  2. É para condizer com o "hortelão"...

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  3. Epáaaaaaaaa sempre tens alguma coisa e já tinha saudades da tua horta da crise:)))

    Já agora os garrafões é com "mistelas" para os danados dos devoradores rastejantes e aéreos?:))

    Beijocas

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  4. Os garrafões com água são por causa dos gatos e estão estrategicamente colocados de forma a que eles não tenham ângulo para saltar para o quintal do lado. Espero que os gajos dos animais não considerem isto uma forma de maus tratos...mas os sacanas sujam o muro todo com as patas!

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  5. Teresa7:35 p.m.

    Aqui em Lisboa continuam, e têm bastante divulgação,ainda no mês de Março as inscrições estiveram abertas para mais uns lotes!

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