Há muito que noticias oriundas de meios de informação alternativa denunciavam a ocorrência de um número inusitado de violações no Reino Unido. Mais se acrescentava que as alegadas vitimas seriam, na sua maioria, raparigas adolescentes e os alegados agressores muçulmanos imigrantes. Tudo, no entanto, terá sido silenciado pelas autoridades e pela comunicação social com o intuito de não colocar em causa as políticas inclusivas e de promoção da diversidade que por lá, tal como por cá, se pretendem implementar.
Obviamente que desconheço em absoluto se tais informações estarão inteiramente correctas ou, como diz o outro, não passam de percepções. Estou, no entanto, inclinado a acreditar. Por duas razões. Uma porque onde há fumo há fogo e a outra porque o silêncio da comunicação social oficial, acerca do assunto, parece demasiado revelador.
Como seria de esperar, agora que o tema corre às claras nas redes sociais, começam a aparecer os do costume a negar a veracidade dos relatos. Seguir-se-à a habitual retórica sobre a extrema-direita, quando não houver como esconder seguir-se-ão as justificações com as práticas culturais que devemos respeitar e, por fim, a atribuição da culpa ao homem branco. Mulher, no caso, que a malta alegadamente envolvida não está virada para modernices aberrantes.












