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terça-feira, 26 de novembro de 2024

Cuidado com a língua

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O estrondoso desenvolvimento económico da China será sustentado em inúmeros factores que escapam ao meu conhecimento, mas que os especialistas da especialidade não terão grande dificuldade explicar. Nada que realmente me apoquente por aí além. Até porque, de uma maneira simplista, acredito que muito desse sucesso se deve ao facto das sociedades de consumo ocidentais se deixarem endrominar pela publicidade, nomeadamente das plataformas de comércio online chinesas, e comprarem toda a espécie de bugigangas, inutilidades e outras merdices. Como, por exemplo, a do anuncio que me apareceu ao fazer scroll numa rede social. Para que raio serve aquilo?! Assim de repente não estou a ver...mas espero que não seja para aquilo que a minha imaginação delirante está a suspeitar.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Negócios da China

Dia vinte seis do mês passado encomendei um item num desses sites em que podemos comprar quase tudo. O objecto, um cabo para carregamento de um aparato electronico, chegou hoje e foi entregue à minha porta. Vindo da China. Paguei por ele quarenta e cinco cêntimos, que incluem oito cêntimos de Imposto sobre o valor acrescentado que revertem para o Estado português. Os portes foram grátis. Desconfio da capacidade de produzir e transportar até ao outro lado do mundo seja o que for por trinta e sete cêntimos. Por maior que seja a quantidade de itens produzidos e transportados, parece-me que será necessária uma estratégia muito bem urdida para conseguir este milagre. Neste negócio terá sido a AT quem mais lucrou. Quase dezoito por cento do custo final do produto entrou nos cofres do Estado. Provavelmente nem o empresário, o Estado Chinês ou os CTT obtiveram um lucro daquela grandeza com esta transacção. Como é que se chama mesmo quem se aproveita do trabalho dos outros?


O objectivo inicial do post era apenas salientar a velocidade com que os bens circulam pelo mundo e a facilidade com que podemos comprar aquilo que precisamos. Deve ser a globalização, ou isso. E também a eficiência do capitalismo. Ou então, já que em causa está a China, do verdadeiramente verdadeiro comunismo. Aquele que está sempre ao lado e pronto a servir o povo consumidor.

domingo, 11 de outubro de 2020

Defender uma ditadura não constitui uma espécie de crime?

Parece que um deputado do actual partido socialista, quando questionado se preferia Trump ou Xi Jinping – o presidente da China, terá optado por escolher o último. No presente contexto não me surpreende que muita gente dentro daquele partido nutra uma especial simpatia por ditadores. Daqueles sanguinários, como é o caso. Até porque não falta por aí, no PS e fora dele, quem ache preferível uma ditadura de esquerda a uma democracia de direita. Não é surpreendente, mas é preocupante. Principalmente pelo facto destas ideias ocorrerem a pessoas que ocupam cargos públicos, militam num partido que passa mais anos no poder do que fora dele e, pior, podem até chegar aos lugares mais altos da governação do país. Como este deputado que, recorde-se, será candidato a presidente dos jotinhas socialistas.


O que já nem espanta é a falta de indignação geral perante esta declaração. Nem digo que demitissem o homem ou, como fizeram com aquele alarve dos ovários, gastassem horas a malhar na criatura. Mas, sei lá, umas piadolas ou meia-dúzia de reacções mais ou menos encolerizadas era o mínimo que estava à espera. Porque, se calhar, condenar esta declaração num telejornal ou gozar com o rapazola num programa de humor de domingo à noite é capaz de ser expectativa a mais. Embora a verdadeira anedota seja um povo que tem um governo apoiado por um partido que tem dúvidas se a Coreia do Norte é ou não uma democracia e é governado por outro com gente que entre a democracia americana e a ditadura chinesa não hesita em escolher a segunda. 

sábado, 8 de fevereiro de 2020

Brincar aos comunistas

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Desconheço a origem desta magnifica peça. Um brinquedo deveras educativo como, diga-se, devem ser todos os que se destinam a ser ofertados a criancinhas de tenra idade. Que é para aprenderem desde pequeninas a admirar o querido líder, o grande timoneiro, ou outra palermice qualquer que o camarada ditador sanguinário lá do sitio se tenha lembrado de chamar a si próprio. E, claro, a não quererem nada com esses malandros imperialistas e capitalistas nojentos que inventaram a sociedade de consumo.

sábado, 1 de fevereiro de 2020

A fé é que nos salva...

Haverá, não sou gajo para duvidar de tal, uma bela de uma explicação cientifica para não controlar quem vem de fora nem, sequer, colocar em quarentena potenciais afectados pelo vírus da moda. Parece que umas quantas instruções em várias línguas nos aeroportos é o bastante. Por mim, que obviamente não percebo nada disso de vírus, contaminações e assim tenho a impressão que podíamos ir um pouco mais além. Não digo isolar compulsivamente as pessoas, à semelhança do que fazem países com costumes medievais e atrasados como a Austrália. Isso é cena de ditaduras e povos pouco evoluídos. Mas, que raio, pelo menos umas preces a Nossa Senhora de Fátima era o mínimo que devíamos fazer. Se ela nos safou daquele derrame de crude na costa da Galiza, muito mais facilmente nos safa desta.

domingo, 22 de setembro de 2019

Negócios da China

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Existirão certamente motivos de sobra para estes dois itens - que, no caso, até são o mesmo produto – custarem preços diferentes. Ou, para além da vontade do vendedor, pode até nem existir motivo nenhum. É o mercado. Cada um vende ao preço que quer e o comprador só compra se quiser. Ainda bem que é assim que a coisa funciona.


O que é mais difícil de entender, pelos menos para mim que de negócios percebo pouco, é a diferença entre os custos de envio. Um deles, aquele em que a loja física se situa em Portugal, cobra 7,80 euros. Pelo outro, vindo da China, não são cobrados portes. Mais ainda quando um deles, até ficar à mesma distância a que o primeiro já se encontra do local de entrega, terá de percorrer meio mundo. Deve ser da globalização ou isso.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Caloteiros de olhos em bico

Uma ou outra vez não me importo nada de concordar com os comunistas. É por isso que estou inteiramente de acordo com a medida do governo chinês que visa limitar a vida quotidiana dos caloteiros que não pagam as prestações dos empréstimos. Nomeadamente, entre outras coisas, impedindo-os de frequentar hotéis de luxo e viajar de avião ou comboio.


Por mim, reitero, acho bem. O mesmo, presumo, devem achar o PCP, o BE e aquela parte esquisita do PS. Bem que podiam, aproveitando a paixão assolapada que vivem entre eles, aprovar a aplicação de idêntico procedimento cá pelo rectângulo. Até porque, se não o fizerem, um dia destes estaremos todos a salvar mais um banco. Ah, não, espera. A esquerda, tirando o BPN e a Caixa Geral de Depósitos, não salva bancos nem perdoa dividas a grandes empresas que não se chamem Soares da Costa.