1 – Muitíssima razão tem o primeiro ministro quando garante que os portugueses não querem saber destas historietas de indivíduos que assinam contratos de prestação de serviços, no valor de larguíssimas dezenas de milhares de euros, com organismos públicos para a realização de trabalhinhos que fazem em meia-dúzia de dias. Tem toda a razão, reitero, o nosso primeiro. Era o que mais faltava ralar-me com cenas dessas. Até porque, no limite, os tais trabalhinhos podem nem ter existido. Logo, a ser assim, quem é que se vai preocupar com coisas que não existem?! Os portugueses não, que não são parvos.
2 – Noutros tempos o percurso político de muita gente iniciava-se no poder local, seguia-se o parlamento, depois o governo e, finalmente, a administração de uma empresa. Pública ou privada, pouco importava. Hoje começa-se como assessor, daí para chefe de gabinete, depois secretário de Estado e termina-se como arguido. O que não é necessariamente o fim da carreira política. Como lá mais para diante havemos de constatar.
3 – Percebo pouco – nada, vá – de material bélico. Ao contrário dos inúmeros especialistas especializados em bombas de fragmentação, quase todos devotos do Putin e saudosos admiradores do país dos sovietes, que andam para aí preocupadíssimos com os efeitos devastadores que as mesmas terão na guerra da Ucrânia se os malvados dos EUA as fornecerem aos militares do país invadido pela Rússia. Apesar da minha falta de conhecimento em armamento, tenho uma novidade para essa malta. Parece que aquilo apenas é perigoso se explodir. Se os russos voltarem para a terra deles aquela coisa é do mais inofensivo que há.















