quarta-feira, 21 de junho de 2023

Mulheres de armas

Sou do tempo em que eram raras as mulheres em cargos governativos. Tão poucas que havia quem jurasse por todos os santinhos – nomeadamente Marx, Lenine e outros – que se as mulheres mandassem no mundo existiriam muito menos guerras. Para os mais optimistas – ou feministas, dependendo do ponto de vista – quiçá até acabassem as querelas a envolver meios bélicos e a paz reinasse no mundo. Nunca, como agora, existiram tantas mulheres no poder. Bastantes, por acaso ou não, no cargo de ministras da Defesa. As guerras, no entanto, são mais que muitas. Será apenas coincidência, que não sou gajo muito dado a teorias da conspiração. A única teoria que cai por terra é a dos visionários cheios de certezas quanto ao pacifismo feminino e à capacidade das mulheres em resolver as divergências através do diálogo.

7 comentários:

  1. Eu só de me lembrar daquela senhora Lagarde, essa teoria já se esfumou a muito
    Mas lendo o que escreveu e parando para pensar, realmente não lembra tanta mulher nesse tipo de cargos
    Virá algum visionário e dirá que a culpa é dos homens em cargos maiores
    Abraço cúmplice

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  2. Acho que tanto homens como mulheres podem fazer a diferença, basta para isso serem boas pessoas, querem muito ajudar e não se deixarem corromper
    Já vi muitas mulheres, assim como homens que fizeram e fazem a diferença para melhor.

    Beijinhos, Kruzes
    Feliz Dia

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  3. Ainda acabam por estragar o mulherio...
    Vejam o cartaz gigante pendurado no muro do que foi o Quartel da Armada (Av. 24 de Julho).
    Pelas modernices "inclusivas" vê-se — ao lado de uns navios (que não devem funcionar), de uns fuzileiros (com ar de prontos a matar) — uma mulher fardada a preceito e com pestanas falsas. Marias.

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  4. A culpa não será hoje das mulheres, como não era antes do homens. O tempo apenas se encarregou de deitar por terra teorias parvas. Como sempre faz, diga-se.

    Cumprimentos

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  5. Todos podem fazer a diferença. A tese que podem fazer mais ou melhor por ser isto ou aquilo é do mais parvo que há!

    Cumprimentos

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  6. Margaret Thatcher é o exemplo de uma grande governante, mas que não hesitou em ir para a guerra. Pena não termos muitas mais mulheres como ela ao leme dos "navios" deste mundo. Embora essa, suponho, não reuna muitos admiradores entre a malta dessa coisa do feminismo.

    Cumprimentos

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  7. Eu acredito que vale a pena ouvir (e ler) o discurso de Ronald Reagan perante o Parlamento Inglês em 1982.
    Podem pôr e velocidade a 75% porque ajuda à compreensão.
    Ele explica muito bem as normas políticas que geriram o que se passou nas ilhas Falkland ou Malvinas.
    Em https://www.youtube.com/watch?v=Gm35tFTtsuc

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