Os lamentos por causa da exiguidade do salário mínimo nacional têm o condão de me aborrecer. “Vamoláver”, então o SMN anda a aumentar bastante mais do que a remuneração mediana há não sei quantos anos e, ainda assim, continua a ser indigno?! A partir de que valor é que passará, nas sábias palavras da CGTP, a ser digno? O SMN numa economia como a portuguesa, por mais que o governo o aumente, continuará sempre a valer o mesmo. A sua acentuada subida dos últimos anos apenas serviu para desvalorizar o salário médio e, em lugar do efeito pretendido de melhorar a vida de quem ganha o SMN, para aumentar o número de pobres. Ou vulneráveis, como agora se diz no linguajar politicamente correcto da moda. Nunca como agora tanta gente recebeu apoios sociais para tudo, de toda a espécie e oriundos das mais diversas fontes. Se necessitar da caridade do Estado não é ser pobre, então há que rever o conceito de pobreza.
Concordo plenamente e estou farta dos sindicatos da treta que uns já velhos e outros tantos florescem do nada. Quando surge algum revés é ve-los a fugirem com o rabo à seringa. Há que apoiar quem mais precisa mas vejo que muitos que não precisam fazem-se igualmente à fonte... mas trabalhar está quieto.
ResponderEliminarBerram por tudo e por nada e há greves que já ultrapassaram as linhas vermelhas.
Enfim amigo já me aborreci muito mas actualmente já não ligo aos disparates que apregoam.
Beijos e um bom sábado!
Trabalhar é um conceito do passado. Hoje o que interessa é viver à conta do "subsilio".
ResponderEliminarCumprimentos
Quase um quarto dos trabalhadores em Portugal ganha o salário mínimo (percentagem muito superior, por exemplo, à da década de 80), e cada vez mais o salário médio se aproxima dele. As esquerdas só ficarão satisfeitas quando todos o ganharem: deve ser a isso que chamam "igualdade".
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