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terça-feira, 20 de junho de 2023

Nacionalizem o Sol, pá!

Há uns anos instalar um painel solar para produção de electricidade pareceu-me uma boa ideia. Produzir a própria energia – uma parte, pelo menos – contribuir para proteger o ambiente e, principalmente, reduzir a conta da luz eram os motivos que se propagandeavam para levar o pagode a optar pela energia solar. Até porque o Sol quando nasce é para todos e, excepção aos dias nublados, a poupança que o astro-rei proporciona também.


Mas isto, como tudo na vida, para uns ganharem outros terão de perder. E nisto, como no resto, o Estado nunca fica perdedor. Vai daí inventou as taxas, taxinhas, tarifas e tarifinhas que pagamos na conta da luz. O desgraçado do painel que tenho no telhado, apesar do calor que habitualmente se faz sentir por estas bandas, não consegue produzir energia que compense o saque fiscal que mensalmente me chega a casa disfarçado de factura. Desgraçadamente ainda não existe tecnologia que também produza impostos. E se houvesse inventariam um imposto qualquer para lhe aplicar.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Uma espécie de dica de poupança.

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Sou, como já escrevi noutras ocasiões, um adepto entusiástico das energias alternativas. Por agora apenas manifesto umas quantas reservas em relação aos automóveis eléctricos. A autonomia, aquilo das baterias demorarem uma eternidade a carregar e, principalmente, o preço da sua substituição deixam-me bastante céptico. Nestes aspectos ou a investigação carrega no acelerador ou terá de aparecer um qualquer outro “combustível” alternativo.


Mas, escrevia, sou um adepto das novas formas de obter energia. Tanto assim é que, para além do aquecimento de água, também tenho no meu telhado um daqueles painéis para produção de energia. Coisa que, garantiam-me, não valia a pena. Demasiado tempo até recuperar o valor do investimento, constituía – e constitui ainda, para os detratores da ideia – o principal argumento. Não vejo a coisa por esse prisma. Prefiro olhar para os mais de dezasseis por cento de poupança obtida. Ou para o facto de o dinheiro despendido com a aquisição do equipamento, se depositado num banco, não ter, nem de perto, a mesma rentabilidade.


Claro que num dia como hoje, sem sol, aquilo não produz nada. Mas essa é a excepção. 



quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Poupanças

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Não tenho grandes preocupações com o ambiente e detesto ambientalistas. Nomeadamente aqueles – quase todos – que insistem em considerar a preservação de uma rabaça ou de um carrapato mais importantes do que a melhoria da qualidade de vida de uma qualquer pessoa. Sou, no entanto, um entusiasta das energias alternativas. Deve ser por ter a mania de fazer contas. E por, ao contrário da generalidade dos portugueses, ter a minha carteira em elevada consideração.


A mais recente aquisição neste domínio, embora já com uns meses, foi um painel para produção de energia. O resultado da poupança energética pode facilmente ser apreciado no gráfico acima. Mais de vinte e dois por cento da energia consumida foi gratuita e, por dia, cerca de sete horas o consumo da energia fornecida pela rede é meramente residual. Mas, reitero, o ambiente foi a última causa que pesou na decisão de compra. Mas isso sou eu que, se calhar, faço mais pelo ambiente do que a maioria dos ambientalistas.


 

domingo, 2 de agosto de 2015

Telhado ecológico

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Depois do aquecimento de água através da energia solar também, desde esta semana, cá por casa já se produz electricidade. Pouca, diga-se. Apenas a suficiente para manter a funcionar, durante as horas em que o sol incide no painel, os equipamentos que estão permanentemente ligados à corrente. Que isto de fornecer energia de borla à rede não é coisa que me assista. Nem a minha veia de ecologista é assim tão forte. Estou, reconheço, muito mais preocupado com a carteira.