1 - Os especialistas especializados em linguística já explicaram vezes sem conta que usar – com alegadas intenções inclusivas - o todos e todas, quando alguém comunica com um grupo de pessoas, constitui um valente pontapé na gramática. Ainda assim não falta quem insista no erro. Deixem-se mas é de parvoíces e digam como o Papa Xico. Todos, todos e todos, porra! Esta última é por minha conta.
2 – Diz que na semana passada para os lados do Martim Moniz, em Lisboa, andaram umas quantas criaturas a manifestar a sua indignação pela realização do encontro de católicos na capital. Nada contra, que isto cada um manifesta-se contra o que quiser. Lamento é a falta de coragem para fazer o mesmo, em iguais preparos, quando os islamitas por lá estão de rabo para o ar a rezar ao Alá.
3 - Está quentinho, por cá. Uns simpáticos quarenta e dois graus. Tal como há um ano. Ou dez. Ou quarenta. A diferença é que o pessoal agora queixa-se de tudo. Uns mariquinhas. Vejam-lá, é Verão. Aquela coisa que acontece todos os anos, mais ou menos por esta altura.

















