
É, basicamente, isto. Nos tempos esquisitos que vivemos cada um é o que lhe dê na realíssima gana e identifica-se com o que, a cada momento, lhe apetecer. Se um marmanjo qualquer jurar pelas alminhas dos que já lá estão que é uma galinha, ai de quem lhe diga que não passa de um marmanjo armado em parvo. Se ele quiser ser uma galinha teremos de aceitar a sua condição de galináceo. Caso contrário seremos acusados de discriminar a criatura por não aceitarmos o seu direito à livre determinação da sua orientação, portanto, de coiso.
Há opiniões e há factos. As primeiras cada um tem a que quiser. Os segundos são o que são. Ou, como dizia o outro, um cretino é um cretino e um vintém é um vintém. E, acrescento eu, um cretino nem isso vale.



















