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terça-feira, 9 de janeiro de 2024

Nacionalize-se tudo. Até a mãezinha que os pariu.

A propósito da crise numa empresa detentora de vários órgãos de comunicação social, não falta quem defenda a nacionalização dos jornais e da rádio detidos pela empresa em causa. Bom, não de todos. O desportivo “O Jogo” não entra nas exigências desses desmiolados. A menos que me tenha escapado, ninguém até agora reivindicou que o Estado tome conta naquilo. O que significa que pode muito bem fechar que não faz diferença nenhuma. Lá está o Benfica a mandar nisto tudo, como dizem os Dragartos.


Mas, futebolices à parte, por que raio há-de o Estado nacionalizar dois jornais e uma estação de rádio? Mesmo deixando de lado as vendas miseráveis dos primeiros, a baixíssima audiência da segunda e a falta de independência face ao poder político que resultaria da intervenção estatal, que beneficio tirariam daí os contribuintes? Até porque, recorde-se, já pagam o serviço público de rádio e televisão na factura da luz para sustentar a Antena Um e a RTP. Ou querem que paguemos também um “serviço público de imprensa”?! Podia, como o outro, sugerir que nacionalizem também a puta que os pariu. Mas é melhor não dar ideias.

domingo, 5 de julho de 2020

Nacionalizações

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Acordei, uma destas manhãs, com o rádio a noticiar a nacionalização de duas empresas. Ainda estremunhado olhei para o despertador e a minha primeira reacção foi: “porra, vou chegar atrasado à escola!”. Só sosseguei quando olhei para o outro lado e vi a minha Maria. Afinal não estava em Março de 1975. Nessa altura ainda dormia sozinho.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Um pandego, este Costa.

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Logo que a hipótese da existência de um governo das esquerdas começou a ganhar forma vaticinei que iríamos viver num estado de divertimento permanente. Mas, reconheço, não esperava tanto. Hoje, por exemplo, naquela conferência onde ameaçou nacionalizar a TAP – não vejo que outro sentido se pode extrair da conversa do homem – esteve ao melhor nível de um qualquer ditadorzeco latino-americano com pinta de narco-traficante. Teve piada. E depois aquilo de um governo não poder estar dependente da vontade de particulares, também teve a sua laracha. Cuidava eu que preocupante era os particulares estarem à mercê dos humores dos governos. Mas isso sou eu, que tenho a mania de achar que sei governar a minha vida e não aprecio que o governo – este ou outro qualquer - o queira fazer por mim.