Domingo, dia de sol e algum calor pareceram-me motivos mais do que suficientes para justificar uma ida à Figueira. Logo pela manhã – madrugada, quase – que a Figueira não é já ali. Se bem que, confesso, as expectativas não fossem as mais elevadas. Como, após chegado ao local, acabei por confirmar. Diria, até, que a viagem foi debalde. A passarada chegou primeiro e para eles não há cá essa cena do distanciamento social. Aquilo é tudo ao molho. Daí que o balde tenha voltado meio vazio. Ou meio cheio, dependendo do ponto de vista.

Com «inveja», verifico que a viagem não foi debalde.
ResponderEliminarDebalde? Não é o que parece mas nem tudo o que parece é!
ResponderEliminarColheita razoável ou nem por isso?
Boa semana, caro KK.
Ass: O António
Estão bem apetitosos!
ResponderEliminarBeijinhos Kruzes
Feliz Dia
Pois não. Foi com uma caixinha...
ResponderEliminarCumprimentos
Nem por isso. A passarada come aquilo tudo. É o que dá a malta urbano-deprimida que manda nisto tudo não entender o conceito de praga... Noutras circunstâncias aquela quantidade seria multiplicada por três ou quatro.
ResponderEliminarCumprimentos, caro António.
Ainda não estão bem no ponto... mas se ficassem nas árvores seriam devorados pelos pássaros.
ResponderEliminarCumprimentos, Luísa.