No meu tempo de estudante, “Moral e Religião” era uma disciplina obrigatória do currículo escolar. Toda a gente sabe porquê, daí que não valha a pena estar para aqui a dissertar acerca das razões para essa obrigatoriedade. Tal como antes a população estudantil tinha sido obrigada a participar naquela cena da Mocidade Portuguesa.
Felizmente uns anos depois do 25 de Abril essa imposição teve um fim. “Moral e Religião” era apenas para quem queria. Dizia-se, e bem, que isso são opções de cada um, nas quais o Estado não tem nada que se imiscuir.
O pior é que, uns anos depois, malucos de várias causas e indigentes mentais dependentes dos subsídios estatais às associações que as promovem, chegaram aos corredores do poder. Para essa escumalha é preciso doutrinar. Nem que seja à força. Coisa muito comum em regimes ditatoriais, diga-se. E o nosso há muito que para lá caminha.
Quanto aos que resistem...bom, desses nem a comunicação social quer saber. Outros valores - quinze milhões deles - se levantam. Alunos brilhantes obrigados a recuar dois anos, apenas porque os pais não abdicam do direito a educar os filhos de acordo com os seus valores, é algo que pouco importa noticiar. Ainda se fosse um cão chamuscado...




















