quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Os mercados já não são o que eram...

IMG_20151107_111644.jpg


 


Tempos houve em que os mercados de Estremoz atraiam consumidores aos magotes. Hoje, com a alteração dos hábitos de consumo, já não é assim. Estão, por comparação com os de então, praticamente despidos de gente. Ou, para ser ligeiramente menos pessimista, em trajes menores. Diria, vá, que o seu declínio é directamente proporcional à redução das dimensões que o tempo trouxe a certas peças da indumentária feminina.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Mas ainda ninguém topou o esquema do Jerónimo?!

A esquerda anda nervosa. A perspectiva de Cavaco não nomear o líder do partido que sofreu uma das mais humilhantes derrotas eleitorais da sua história, está a deixar muita gente à beira de um ataque de nervos. Da histeria, quase. E isso impede-os de perceber a estratégia do PCP, brilhantemente protagonizada pelo camarada Jerónimo. Parece-me mais do que evidente que a direcção comunista está a fazer tudo o que pode - por mais que diga o contrário – para que o Presidente da República não indigite o Costa como primeiro ministro. As propostas de lei apresentadas – e as retiradas, também – no parlamento são, apenas, mais um sinal. Se a isto juntarmos a recusa em garantir a aprovação do Orçamento para 2016, não vejo que outra conclusão se pode retirar das atitudes protagonizadas pelos comunistas.


O não de Cavaco à nomeação de Costa resolve dois problemas ao PCP. Liberta-o da obrigação de, forçosamente, ter de aprovar medidas anti-populares que as bases comunistas dificilmente entenderão e, ao mesmo tempo, não carrega com o ónus de inviabilizar um governo de esquerda.


Portanto, seja qual for a decisão do Presidente, a diversão está garantida.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Crónica dos bons marmanjos

IMG_20151114_151318.jpg


 


Marmelos. Muito havia para escrever a propósito de marmelos. Ou de marmanjos. Que são, segundo o dicionário de língua portuguesa, a mesma coisa. Mas não quero. Não tenho tempo. Nem, sequer, me apetece. Está na hora de ir ali fazer marmelada com a minha Maria.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Daaaaaxxxxxxx qué burro!

12189788_1655260324754588_1990428675474834828_n.jp


Com preocupante frequência têm surgido, de há uns tempos a esta parte, algumas vozes a sugerir a imposição de restrições à liberdade individual dos cidadãos. Nomeadamente em relação ao que se publica na Internet com o intuito de, segundo quem defende esta tese, combater o ódio e o incitamento à violência.


Não posso estar mais em desacordo. Mesmo achando que imagens como esta – copiada de um qualquer site comunista latino-americano e publicada no Facebook por um javardo comuna com a mania que é intelectual - constituem uma clara demonstração de intolerância. E de apelo à pancadaria, também. Até eu, que sou um gajo pacifico, fiquei com vontade de lhe ir aos cornos. Salvo seja, que a velhota, coitada, se calhar não é dessas coisas.


Ainda assim, defenderei sempre que a besta em causa deve ter toda a liberdade para continuar a escoicear. Afinal se ele não fosse livre para o fazer nunca saberíamos quão mentecapto é o animal. Sem ofensa para os ditos, que não quero cá aborrecimentos com o PAN.

domingo, 15 de novembro de 2015

O livro que urge oferecer aos jihadistas

o-capital-karl-marx.jpg


A teoria que por estes dias tenho visto replicada até à exaustão, segundo a qual o auto proclamado “Estado islâmico” é uma criação dos Estados Unidos, do Ocidente e do capitalismo em geral tem o seu quê de curioso. Esta tese, sendo defendida acerrimamente pela malta de esquerda faz dela, como é óbvio, uma verdade absoluta. Irrebatível, mesmo. Como tudo o que brota da reconhecida sabedoria e superior inteligência daquele pagode. Nisto a única coisa que me faz espécie é que – tratando-se de uma criação americana - eles, os comunistas, não estejam especialmente preocupados com as suas acções e que, sendo conhecida a aversão ianque aos comunas, não se sintam, sei lá, um bocadinhos ameaçados. Eu, se fosse comunista e acreditasse nessa teoria, ficaria assim ligeiramente preocupado por saber que andava por aí um bando de gajos, financiado pelos anti-comunistas, a matar gente. Mas isso sou eu, que não percebo nada disto.

sábado, 14 de novembro de 2015

A coligação de esquerdelhos é cada tiro cada melro...

Com aquela coisa dos macacos que se andaram a explodir por Paris, a entrevista do camarada Jerónimo à RTP quase passou despercebida. O homem, entre outras declarações assaz curiosas, garantiu não saber se o seu partido vai ou não aprovar o orçamento de Estado para 2016 que um eventual governo do PS venha a apresentar mal acabe de tomar posse. Estamos, portanto, conversados acerca da solução estável e credível que António Costa tem para apresentar ao Cavaco...

Hoje não "sou francês"...

Hoje é mais um daqueles dias, cada vez mais frequentes, em que os idiotas do costume serão “Charlie's”, “franceses”, “parisienses” ou outra coisa qualquer que lhes pareça adaptada ás circunstâncias. Cantarão a Marselhesa, enaltecerão os valores da liberdade, da igualdade e da fraternidade. Provavelmente darão as mãos a gente de outras culturas e não se cansarão de se manifestar em defesa de “valores” como o multiculturalismo ou a solidariedade. Quase de certeza não faltarão as referências à maldade do homem branco, causadora de todo o mal.


Mas é igualmente o dia de pedir contas. De responsabilizar os governos e todos os que têm permitido a invasão islâmica do ocidente ao longo das últimas dezenas de anos. Todos são culpados. Desde os políticos que lhes abrem as fronteiras aos que os acolhem. E não, não excluo os gajos que os vão lá buscar nem, sequer, quem lhes dá donativos. Todos têm sangue nas mãos.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

O problema deve ser ninguém a ter apalpado...

transferir.jpg


 


Aquela deputada escanzelada, mal-parecida e em aparente excitação permanente, vulgarmente identificada com as chamadas causas fracturantes e que tem assento na bancada do Partido Socialista, alega ter sido agredida pelos manifestantes que se reuniram em frente – de lado, vá - ao parlamento para apoiar o governo. Os da PAF, portanto. Que isto agora, sinal do tempos esquisitos que vivemos, até a GCTP já faz manifestações de apoio a coisas. Futuras, mas coisas na mesma.


Mas, escrevia eu antes de entrar pela via da divagação, a dita senhora quase esquelética e extremamente mal apessoada afirma ter sido agredida fisicamente ao som de gritos colectivos - “morre cabra”. Ora isto deixa-me indignado. Por vários motivos. Dois, mais precisamente. O primeiro pela ingenuidade da deputada - nossa representante, afinal - e eu não gosto que quem me representa seja ingénuo. Se a criatura foi realmente agredida ou, pelo menos, sentiu um ligeiro contacto, devia ter-se imediatamente atirado para o chão. A estrebuchar, como se estivesse às portas da morte, como fazem os jogadores de futebol na área adversária. Se não o fez, ninguém acredita nela. Mesmo que o tivesse feito também ninguém a ia levar a sério mas, convenhamos, a coisa tinha muito mais pinta.


O segundo motivo tem a ver isso do “morre cabra”. Está errado desejar a morte ao coitado do bicho. Que, ao contrário da outra, até é um animal simpático. Para a próxima vociferem antes “falece mosca varejeira” ou “sucumbe ténia intestinal”. É capaz de ser ligeiramente mais ofensivo e talvez não suscite a ira dos defensores dos animais.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Peixeiradas

5640d333dd5a2.jpg


 


Esta espécie de decoração – chamemos-lhe assim – da viatura é para lá de desconcertante. Nem sei o que diga. Menos, ainda, o que escreva. Podia discorrer acerca do peixe. De um qualquer, desde que servido cru. Sushi, ou lá o que chamam aquilo. Diz que é fino, o sushi. Ou podia, também, dissertar sobre o linguado. Embora isso do linguado seja mais coisa para o inicio. Logo não faz sentido falar dele, do linguado, no fim. Nem esse é, sequer, o objectivo. É mais o sushi. Até porque, como isto anda tudo ligado, por vezes uma coisa leva à outra. 

terça-feira, 10 de novembro de 2015

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Caça-promoções

IMG_20151029_183605.jpg


 


Diz que duas famílias se envolveram em pancadaria, numa grande superfície comercial, quando duas crianças disputavam o mesmo brinquedo. Deve ser, digo eu, mais um sinal de retoma da economia. Um facto revelador, quiçá, do crescimento do poder de compra da população. A juntar a muitos outros a que assistimos diariamente. Como, por exemplo, num supermercado cá do sitio onde quase tudo o que pode ser consumido na restauração desaparece num ápice das prateleiras. Neste caso não consta que tenha havido recurso ao tabefe para levar a última garrafa. Desconfio, até, que o primeiro taberneiro a chegar as levou todas. E depois ainda têm a lata de andar por aí com a lamuria disso da crise e tal...

domingo, 8 de novembro de 2015

Enganaram-se na formula. Só pode. Ou então vão pôr um radar em cada esquina...

velocidade.jpg


Presumo que a esmagadora maioria dos que exultam de felicidade com a coligação das esquerdas já se tenha dado ao trabalho de ler o programa do governo que vão apoiar. Se sim e, apesar de o terem lido, continuam a acreditar que a solução governativa encontrada não nos vai atirar, a médio prazo, para mais uma bancarrota, então, são qualquer coisa mais do que apenas ingénuos ou idealistas.


Ali, no tal programa, o PS propõe-se fazer um enorme aumento da despesa – não sei quantificar mas serão, seguramente, largos milhares de milhões de euros – e uma colossal diminuição da receita. Mantendo, garantem, o desvio orçamental dentro das margens do tratado. Acredito que os autores disto saibam fazer contas. Suponho, até, que usem o excel – ou o calc, vá - para calcular estas coisas. Desconfio é que se enganaram nas formulas.


A menos que estejam confiantes no espírito transgressor, na tendência acelera dos portugueses e na receita que possam obter com a colocação de um radar em cada esquina. Com aquilo do SINCRO deve ser só facturar.

sábado, 7 de novembro de 2015

Chegaram os primeiros refugiados

Bem - vindos! Mas alguém que avise uma das senhoras refugiadas que, em Portugal, o Carnaval é só lá para Fevereiro...

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Vai ser bonita a festa, pá...O pior será a ressaca!

fogos-lavras.jpg


Acredito que a concretização do acordo de governo entre os partidos derrotados nas últimas eleições constitua, para muitos dos que neles votaram, a concretização de uma espécie de sonho. Nada que me incomode. Embora tenha a certeza, mais do que absoluta, que este sonho de alguns acabará num imenso pesadelo para todos. Mas cada um acredita no que quer e se existe quem acredite que os pastorinhos viram uma senhora a pairar sobre uma azinheira, também não me surpreende que uns quantos possam estar convencidos da bondade das politicas que advirão da existência de um governo desta natureza.


Estou mesmo em crer que, daqui por vinte ou trinta anos, haverá quem faça questão de recordar o governo onde estiveram o BE e o PCP como um dos melhores de sempre. Tal como, já hoje, há quem não se canse de garantir ter sido a governação de Vasco Gonçalves a melhor de todos os tempos. Claro que, no presente, quem tem o discernimento suficiente para analisar o passado sabe a que nos conduziu o desvario daquele general. E sabe, igualmente, onde no futuro vai ter o percurso que estes novos “companheiros”, “camaradas” ou lá como se vão tratar eles vão percorrer. Sabe, também, quem vai apanhar as canas. Mas, até lá, que venham os foguetes.


 

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

A culpa não é deles. É dos idiotas que lhes deram o voto...

O PAN - essa coisa a quem uns quantos palermas entregaram o seu voto, mesmo sem conhecer o que os gajos querem mas apenas porque lá pelo meio fala em animais – parece que andou a mandar umas bocas contra a praça de touros cá da terra e a defender o fim do voo da águia Vitória no estádio do GLORIOSO. Em relação ao touril aqui do burgo ainda percebo. Eu também não gosto daquilo. Não pelas mesmas razões dos esparveirados do PAN, mas porque, enquanto contribuinte, entendo que o dinheiro público – europeu ou nacional – deve ser aplicado em investimento útil. Se os aficionados querem touradas, que as paguem. Desde as arenas aos bois.


Já quanto à Vitória a coisa muda de figura. O PAN que vá marrar para outro lado. Deixem lá o bicharoco em paz. Eles que proíbam os cães e gatos enclausurados em apartamentos onde mal se podem mexer, os pássaros presos em gaiolas, os peixinhos nos aquários e as aranhas metidas em caixinhas minúsculas. Ou, melhor, eles que continuem mas é a divertir-nos com aquela coisa dos copos...

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Olha quem ganhou a raspadinha!

100_4423


 


Fontes geralmente bem informadas garantiram-me ter visto António Costa à porta da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Estava, assegura quem alegadamente o terá avistado, visivelmente perturbado. Parece que o Departamento de jogos teria liminarmente recusado pagar-lhe o prémio obtido nesta raspadinha...

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Valha-lhe um burro aos coices!

pateta.jpg


Óbvio que, naquilo das cheias em Albufeira, o Ministro teve um discurso patético. Numa coisa tem, no entanto, toda a razão. Podiam os comerciantes ter um seguro que lhes garantisse uma indemnização pelo prejuízo sofrido. Afinal o homem não fez mais do que recordar aquela coisa da malta só se lembrar de Santa Bárbara quando fazem trovões. Era, se calhar, a referência que mais lógica teria feito em todo aquele discurso a atirar para o religioso.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Avante Kamarada!

O PCP, garante Jerónimo, só aprovará no parlamento medidas boas para os trabalhadores. Fico contente. Embora ache que o líder comunista não trabalha há tanto tempo que, quase de certeza, já nem sabe o que é bom, ou não, para quem tem de labutar para ganhar a vida. Daí que, apesar do contentamento, fique ligeiramente desconfiado com a garantia.


Mesmo entre o eleitorado comunista é capaz de não haver muita gente ainda a bulir. São poucos, estão velhos e, provavelmente, os jovens que por lá andam também devem ser atingidos por essa praga do desemprego. Daí que, se calhar, por lá a experiência acerca do que é ou não prazenteiro para os que trabalham também não seja muita.


Depois é aquela mania de pretender saber o que é bom para os outros. Se a esmagadora maioria dos eleitores não aprecia as suas teses, por que raio aquele partido se arroga no direito de achar que sabe o que é bom para o eleitorado? Não sei porquê fazem lembrar os padres. Não casam mas fartam-se de dar conselhos sobre o casamento...

domingo, 1 de novembro de 2015

Devo ser um "especista", eu... O que, presumo, será crime um dia destes.

O que está hoje a indignar os profissionais da indignação que operam no facebook – uma espécie de brigada do politicamente correcto – é o caso da morte, devido a electrocussão, de um canito no passeio marítimo de Oeiras em consequência de uma avaria num foco luminoso instalado no pavimento. Chocante esta morte. Até porque podia dar-se o azar de ter sido uma pessoa. Tudo o que vem a seguir é que se dispensa. Nomeadamente o discurso que equipara os animais às pessoas, tornam-os quase humanos e enxovalhando todos os que têm a lucidez de recordar aos mais fanáticos da causa animal – uma imensa trupe de urbano deprimidos - que os bichos não podem ter os mesmos direitos nem a sua existência valer o mesmo que a vida humana.

É o multiculturalismo...

A socialista Câmara de Lisboa prepara-se para esturrar três milhões de euros na construção de uma nova mesquita. Andarei, muito provavelmente, a dispersar a minha atenção por outras cenas igualmente rocambolescas – também elas, curiosamente, protagonizadas pelos xuxas – para ainda não ter dado conta de nenhum movimento de indignação contra este escandaloso esbanjamento de dinheiro público. Se o há não dei por nada. Nem, sequer, um grupelho qualquer de intelectuais a manifestarem o seu asco à promiscuidade entre o poder e a religião. Algo assim, sei lá, do tipo daquilo que fizeram por causa dos crucifixos. Ou, vá, um protestozito ao nível daqueles que apelam ao fim do financiamento público às touradas e correlativos. Mas não, ninguém protesta. Nem, tão pouco, acham isto uma espécie de má despesa pública. Deve por isso da mesquita ser uma coisa assim a atirar para o multiculturalismo. O que, como se sabe, é algo que dá ares de inteligente até ao maior burro.

sábado, 31 de outubro de 2015

Estranho conceito de democracia...

Captura de ecrã - 31-10-2015 - 16:42:31.jpg


 


Bastou um grupo de três indivíduos, cada um por si, ter a ideia de sugerir a realização de uma manifestação em frente à Assembleia da República contra um eventual governo de esquerda, para deixar os comunistas e outros esquerdalhos à beira de um ataque de nervos. Pelos vistos a rua é da esquerda. O direito ao protesto é da esquerda. O direito à liberdade de expressão só pode ser exercido se for para exprimir opiniões favoráveis à esquerda. Apenas a esquerda se pode manifestar nas ruas. Tem o exclusivo, devem achar as criaturas. Era assim em setenta e cinco. Pelos vistos querem que assim continue em dois mil e quinze. E isto ainda sem estarem no governo...

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Há silêncios que valem por mil palavras

Mário Soares é um gajo que gosta de dizer coisas. Daí que seja mais do que estranho o silêncio a que se remeteu desde o dia 4 de Outubro. Deve ter perdido o pio. Ou, o mais provável, estar em choque. Não é para menos. Mas lá que o silêncio do homem é ensurdecedor, lá isso é.

Costa, a serpente.

images.jpg


Toda a gente já reconheceu que o actual impasse na vida politica portuguesa se deve a uma birra do individuo que chefia o PS. O homem – em termos políticos, evidentemente – não presta. O seu percurso fala por si. Mas não o culpo em exclusivo a ele. Todos os que viram – ou, apesar de tudo, ainda veem - ali um Messias, uma espécie de salvador da pátria, também são culpados. Em termos pessoais o senhor até pode ser uma jóia de criatura mas politicamente não vale nada. É pior do que as cobras. Daqueles que nem a história julgará. Não vai lá ter lugar. Terá, isso sim, um lugar destacado no anedotário nacional.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Refeições, fruta e transferências bancárias.

red card.gif


 


Acho mal – do pior, mesmo – isso das ofertas aos árbitros. Inclua o rol do ofertório canetas, camisolas, fruta, refeições ou apenas uma bebida num bar qualquer. Ou, até, coisas de menor importância como depósitos em dinheiro nas contas bancárias dos homens da arbitragem. Estou, portanto, do lado dos indignados que exigem a descida de divisão dos clubes ofertantes. E a despromoção não seria para a segunda divisão. Iam era direitinhos para os distritais.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Convicções, ilusões e alguns parvalhões

Admito que exista muita gente satisfeita com a perspectiva de existir no país, quarenta anos depois, um governo que envolva os comunistas e os radicais de esquerda. Uns por convicção, outros por ilusão e mais uns quantos pela expectativa de ver no que dá. Respeito todos eles. Por achar que a experiência vai outra vez correr muito mal discordo em absoluto mas, reitero, reconheço que têm todo o direito a estar do lado errado.


O que já não aceito, nem muito menos respeito, são os anormais de merda – ou umas bestas do caraças, para ser mais simpático – que andam por essa Internet fora com aquela treta do “Costa, Catarina e Jerónimo 4ever”, “para sempre” ou outra idiotice qualquer que envolva a enternização daquela trupe no poder. Gente que, a julgar pelo slogan, gosta pouco de democracia. Ou, então, é simplesmente parva.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Koisas que m'atormentam

Sim, nós sabemos que os comunistas já não comem - mas alguma vez comeram? - criancinhas ao pequeno almoço. E eles, os comunistas, sabem?

Estes estudiosos dão-me azia

transferir.jpg


Estudos há muitos e para todos os gostos. Ou desgostos, depende. Agora é sobre os enchidos e as carnes em geral. Diz que são prejudiciais à saúde. É provável que sim. Se eles, os sábios, o dizem não serei eu a duvidar. Mesmo acreditando nos estudiosos não será por isso que vou passar a comer tofu. Nem virar vegetariano. Até porque o ar que respiramos, desconfio, também nos deve estar a matar e, mesmo assim, vou esforçar-me por continuar a respirar.


Outro estudo qualquer garantirá que a esmagadora maioria dos óbitos acontece na cama. É, por mais voltas que se lhe dê, o sitio onde quase toda a gente falece. Surpreendentemente todos continuam a deitar-se sem qualquer preocupação perante este dado estatístico incontornável. Depois queixem-se. Se puderem.