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terça-feira, 13 de agosto de 2024

Más companhias...

Segundo alguns especialistas especialmente especializados em turismo os portugueses estarão a evitar gozar as merecidas – ou nem por isso – férias no Algarve por, garantem, não ter dinheiro para pagar os seiscentos euros que custará uma diária por terras algarvias. Ainda que sejamos um povo com a mania das grandezas, propenso a extravagâncias e que aprecia demonstrar sinais exteriores de riqueza que o seu rendimento teima em contrariar não me parece que esse seja o motivo. Até porque, ainda que outros destinos possam proporcionar uma relação qualidade-preço mais atractiva, existem ofertas de qualidade muito abaixo desse valor que permitiriam aos menos abonados disfrutar de uns dias de remanso nos areais do sul. Digo eu, que sou um gajo de gostos simples e que vejo no Algarve a única região que encararia como alternativa numa hipotética e nada provável mudança de poiso.


Desconfio que a “fuga” de turistas das praias algarvias terá mais a ver com o temor de dar trombas – ou face a facínora, vá – com uma inusitada quantidade de políticos a banhos. Alguns de nós ainda têm amor à carteira. Ou, se não for por isso, é para escapar ao Marcelo.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

A poluição pode ser um conceito muito abrangente...

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Acho piada aos que se manifestam contra a exploração petrolífera ao largo do Algarve. Nomeadamente os autarcas que argumentam ser esta actividade incompatível com o turismo. Apesar de, ao que se sabe, tal exploração ser feita muito longe do mais apurado dos olhares.


Curiosamente li um destes dias que existirão vários presidentes de câmara algarvios a demonstrar uma enorme vontade de acolher mais refugiados na região. Parece-me manifestamente contraditório. Deixa-me perplexo, até.  Pensava eu que isso de ter  bandos de refugiados em zonas turísticas era capaz de ser um bocadinho mau para o turismo. Basta ver o que aconteceu, no Verão passado, nas zonas de veraneio da Grécia e do sul de Itália que, por estarem povoadas desse pagode,  viram o número de turistas diminuir drasticamente.


Entre exploração de petróleo que não se vê e refugiados à vista de todos não existirão grandes dúvidas entre o que mais prejudica o turismo. E, não sendo Portugal um país rico, não pode prescindir de explorar os seus recursos. Sejam eles o petróleo ou o turismo. Quanto ao resto…”cabeças de saco” já temos que sobrem!


 

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Valha-lhe um burro aos coices!

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Óbvio que, naquilo das cheias em Albufeira, o Ministro teve um discurso patético. Numa coisa tem, no entanto, toda a razão. Podiam os comerciantes ter um seguro que lhes garantisse uma indemnização pelo prejuízo sofrido. Afinal o homem não fez mais do que recordar aquela coisa da malta só se lembrar de Santa Bárbara quando fazem trovões. Era, se calhar, a referência que mais lógica teria feito em todo aquele discurso a atirar para o religioso.