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quinta-feira, 19 de maio de 2022

Deixem os velhinhos raspar à vontade!

Esta mania, tão apreciada pelos portugueses, de o Estado se meter em todos os aspectos da nossa vida aborrece-me profundamente. Hoje é um organismo qualquer – oficial, presumo, dado que tem como líder um destacado militante socialista – que vem propor uma comissão para analisar o impacto social das raspadinhas. Podia ser para estudar uma coisa séria. Como a influência do IRS no miserabilismo dos salários, por exemplo. Mas não. A preocupação tem antes a ver com o alegado vício de reformados e outros desfavorecidos em relação aquele jogo de azar da Santa Casa. O que, para além das maleitas de carácter social, até faz com que os coitados estejam a ser sujeitos a uma espécie de imposto, alegam os especialistas em vícios de pobrezinhos, velhinhos e outros coitadinhos.


Esta perspectiva acerca do comportamento dos cidadãos que investem em lotaria instantânea cheira-me, entre outras coisas, a discriminação no âmbito da jogatina e do comportamento em geral. Pode haver - e provavelmente haverá - muita gente a esturrar a reforma ou o rendimento mínimo em raspadinhas. Tal como outros esbanjarão o que têm e não têm no casino, nas apostas on-line, nas putas, em viagens, em carros ou naquilo que a imaginação lhes ditar. Ninguém quer saber. Só, pasme-se, os velhinhos e os pobres é que não podem fazer o que bem lhes apetece dos seus rendimentos sem que venha logo alguém apontar-lhes o dedo e criar comissões que estudem a maneira de os impedir de raspar em busca da sorte. Se isto não é discriminação, então, temos de rever o conceito do que se entende por discriminar. Ou, se calhar, é ainda pior. Quiçá a ideia seja, um dia destes, generalizar aquela cena do “Regime do Maior Acompanhado” às pessoas a quem o PS o Estado acha que andam a raspar em demasia...

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Ambientalistas azarados...

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Em todos os locais onde se cortam ervas, arbustos ou pasto, seja dentro da cidade ou junto a vias de comunicação, o cenário é sempre o mesmo. Lixo, lixo e mais lixo. Que, obviamente, não vai lá parar sozinho. A conclusão só pode ser uma. Isto é tudo uma cambada de javardos. E nem vale a pena atirar a culpa para a incompetência dos serviços competentes. Ou para a preguiça dos funcionários em geral ou responsáveis políticos em particular. Tretas. A proliferação de cenários desta natureza revela é um evidente défice de capacidade intelectual de quem atira a raspadinha, a garrafa de água ou outra merda qualquer para a beira da estrada ou para o descampado mais próximo. Depois queixem-se das beatas...

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Vão mas é trabalhar, pá...

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Nesta coisa das apostas dificilmente haverá alguém mais azarado do que eu. Com um nível mais ou menos semelhante ao meu, vá, ainda admito. Superior é que me parece impossível. Maior apenas a minha teimosia. Ou persistência, se fosse um finório. Embora, por vezes, certos sinais me façam equacionar se vale a pena continuar a insistir. Como este, que a imagem documenta. Se aquilo não é uma mensagem subliminar, eu vou ali e já venho. Mas não aposto.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Será que tem sorte no amor?!

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Alguém anda com azar ao jogo. Pelo menos a julgar pelas centenas – milhares, talvez – de raspadinhas deitadas fora, na via pública, em dois locais diferentes da cidade. Bastante distantes um do outro, refira-se. Tratou-se, para quem o fez, de um investimento ruinoso. Ou não. Nunca o saberemos. Pode, no meio de tanto jogo, ter saído um prémio – ou mais – que tenha compensado a fortuna gasta. A única certeza, sortudo ou azarado, é que é uma besta. Um javardo, mesmo. Dava menos trabalho deitar aquilo tudo no lixo do que aquele que teve a raspar tanto papel. A não ser que o autor desta proeza seja o proprietário de uma casa de jogo...

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Olha quem ganhou a raspadinha!

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Fontes geralmente bem informadas garantiram-me ter visto António Costa à porta da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Estava, assegura quem alegadamente o terá avistado, visivelmente perturbado. Parece que o Departamento de jogos teria liminarmente recusado pagar-lhe o prémio obtido nesta raspadinha...