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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Vão mas é trabalhar, pá...

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Nesta coisa das apostas dificilmente haverá alguém mais azarado do que eu. Com um nível mais ou menos semelhante ao meu, vá, ainda admito. Superior é que me parece impossível. Maior apenas a minha teimosia. Ou persistência, se fosse um finório. Embora, por vezes, certos sinais me façam equacionar se vale a pena continuar a insistir. Como este, que a imagem documenta. Se aquilo não é uma mensagem subliminar, eu vou ali e já venho. Mas não aposto.

segunda-feira, 12 de março de 2018

E-bruxedo

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Tem valido tudo, mas mesmo tudo, para prejudicar o Glorioso. E, não tenho dúvidas, vai continuar a ser assim. Por mim vou fazendo o que posso para retribuir. Ou seja, apostar neles. Como, entre outros, já referi aquiaqui e aqui. Uma espécie de operação E-Bruxedo. Investiguem o meu azar…

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Mau-olhado

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Gosto de números. Apesar de, segundo algumas opiniões, estes quando torturados dizerem tudo aquilo que nós quisermos que eles digam. Gostar deles – dos números – faz-me saber, entre outras coisas, que a minha margem de acerto nisto do Placard anda pelos trinta por cento. O que significa, por ser a terceira aposta consecutiva com “macacumba”, que desta vez as probabilidades de acerto são relativamente grandes. Ou, por outras palavras, pode ser a margem de erro do mau-olhado que ando a lançar aos dragartos...

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Não sou supersticioso...mas quero dar azar!

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Ponto prévio para quem está menos familiarizado como o "Placard". Para ganhar a aposta teria de acertar os dois jogos. Em caso de acerto ganharia, neste exemplo, um euro e noventa e um se tivesse apostado um euro, dezanove e dez se apostasse dez euros ou cento e noventa e um euros se a aposta fosse de cem. Face aos resultados verificados, quer neste boletim quer no anterior, não ganhei nada. Excepto, claro, a satisfação de ver os adversários perder pontos.


 


Como escrevi no outro post, nisto do jogo gajo mais azarado do que eu, não há.  É por isso que, aproveitando o meu azar, estou a lançar uma malapata aos clubes rivais. Aposto sempre neles. Nos dois. Uma aposta em que, para ganhar, ambos terão de vencer os seus jogos. Coisa que, como se vê, pela segunda jornada consecutiva e após duas apostas nesse sentido, não está a acontecer. Convém também explicar, aos que não sabem, o significado de "malapata". Trata-se de uma palavra de origem espanhola que significa "má sorte por influencia do Diabo". Já agora recordo que estão a ler o "Kruzes Kanhoto" e que isto anda tudo ligado. Ou, como dizia a minha avó, pode não haver bruxas, mas quanto aos bruxedos já não garanto... 


 


Tudo isto para dizer ao Francisco J. Marques, ao Nuno Saraiva, ao Bruno de Carvalho e a outros patetas anti-Benfica que escusam de se preocupar com o tal Nhaga, com os vauchers, com os emails ou com o Centeno. Não vale a pena. O Glorioso até pode não ser campeão, mas lá que porto e sporting não vão ganhar muitas vezes disso tenho a certeza.  


 


PS: E, já agora, esclareço que sou eu que pago as apostas!  


 

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Apostar na desportiva...

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Há coisa de dois anos, na ausência de melhor destino a dar ao pecúlio, decidi apostar o conteúdo do mealheiro dos "pretos" no Placard. De então para cá os prémios - poucos e pequenos, diga-se – que vou obtendo voltam para o dito mealheiro até que se gaste o que antes amealhei. Um ciclo que se repete desde então, mas que, a julgar pela inacreditável sucessão de palpites errados, estará prestes a terminar por insolvência da "banca". Ou do mealheiro, no caso. 


Nisto das apostas gajo mais azarado do que eu, não há. É, estatística e matematicamente, impossível. Se aposto na vitória de um clube que não perde há três jogos, aquilo é derrota certa. Sai-me tudo, mas rigorosamente tudo, ao contrário. É por isso que, de hoje em diante, vou alterar a estratégia. Só apostarei nas vitórias de porto e sporting – propositadamente em minúsculas - pelas razões que já estarão a adivinhar. É falhanço garantido. Um deles, de certeza, não ganhará na maioria das ocasiões. Vai uma aposta? 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Chinês com fezada

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Não estou a ver, assim de repente, motivo para tanto alarido por causa da aposta de cem mil euros na derrota no Rio Ave na sua deslocação à casa do Feirense. Eu próprio apostei como os de Vila do Conde iam perder. Um pouco menos que o tal chinês, é certo. Mas isso sou que, para além de apostador muito moderado, não frequento aqueles lugares tão próximos do local onde está sediado o clube contra o qual apostei. Nem, por isso mesmo, conheço – sequer de vista – ninguém ligado à agremiação vilacondense que me pudesse informar do estado anímico dos atletas para jogar à noite, ao frio, no campo do adversário ou se havia muitos jogadores constipados.
Tudo informações a que – diga-se – não sei se o chinês teve ou não acesso. Mas, estando ali mesmo ao lado, é natural que possa ter tido. O que, obviamente, nada tem de mal. São, como sabe que analisa estes assuntos, pormenores de uma importância extrema no momento de apostar e, mais ainda, quando a bola começa rolar. Ou então – e certamente terá sido – foi apenas uma questão de fé. Muita. E, nestas coisas da fé, cada um acredita no que quer.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Isto anda tudo ligado...

Esta época futebolística tenho apostado quase sempre na vitória do Sporting. Será essa, a estatística não me deixa mentir, a razão pela qual as apostas no Placard me estão a correr tão mal. Bem me avisava, no último domingo quando registava o boletim, um outro apostador que a insistência em vaticinar as vitórias dos lagartos só me traria uma desagradável acumulação de prejuízos. Isto, claro, sou eu a traduzir do vernáculo. Mas o cavalheiro em causa ia mais longe. Garantia que os leões, que já não venciam desde que o Pedro Dias desapareceu, apenas voltariam a ganhar quando o tal foragido fosse encontrado. Ora o Sporting, nesse mesmo Domingo, ganhou. Ao Arouca. Por três a zero. E, no final desse jogo, as câmaras de vigilância do estádio das osgas filmaram umas cenas rocambolescas. Acontece que o tal Pedro Dias apareceu. Em Arouca. Três dias depois do jogo que o Sporting ganhou por três a zero ao Arouca, perante as câmaras de uma televisão que estavam lá para filmar aquela cena rocambolesca. O tal gajo não acertou nisso do clube do Lumiar só ganhar depois do alegado assassino aparecer. Mas só falhou por três dias. Isto anda mesmo tudo ligado.


E eu, que sou benfiquista e isso me envaidece, por que raio aposto na vitória das lagartixas? Porque assim fico sempre contente...



terça-feira, 19 de julho de 2016

A agente zelosa. Ou outra coisa qualquer, sei lá!

Por algum motivo que não vislumbro, o Placard é o único jogo da Santa Casa onde o apostador tem facultar o seu número fiscal de contribuinte para poder jogar. Terá, se calhar, alguma coisa a ver com o IRS. Ou não. Nem desconfio. Para facilitar, a mesma Santa Casa arranjou um talão onde consta o dito número, que é lido pela máquina quando do registo da aposta, evitando assim mais maçadas ao apostador.


Ora isso não chegou à agente onde, um dia da semana passada, registei as minhas apostas. Já com o boletim com o meu palpite – certeiro mais uma vez, diga-se – na mão, juntamente com o referido talão, pediu-me o cartão de contribuinte. Perante a minha estupefação justificou que era “para conferir o NIF”. Fiquei, confesso, sem palavras. A única coisa que, no momento, me ocorreu foi que a senhora estaria a duvidar se eu já teria dezoito anos. A idade legal para jogar e que, relativamente a este jogo, tanta polémica tem motivado. Meio aparvalhado lá lhe dei o cartão do cidadão mas, ainda hoje, não encontro explicação para tão inusitado comportamento. Caso não o tivesse comigo será que não me aceitava o “boleto”?! Vou perguntar ao Santana. Ele, de certeza, há-de saber.

sábado, 2 de julho de 2016

Pecados. Públicos e privados.

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Podia, por ser sábado e véspera do dia do senhor ou simplesmente por me apetecer, dissertar sobre a arrogância, a gula, ou a luxuria que, naquilo que se relaciona com os pecados capitais é o que mais se propicia à piadola fácil, ao sarcasmo e aos dichotes mais jocosos. Fica para uma próxima oportunidade.


Hoje limito-me à ganância. À minha, nomeadamente. Arriscar uns cobres ao jogo constitui um acto de ganância, dizem. Se assim é, confesso-me um pecador. Mas pouco. Apenas no Placard e com resultados bastante satisfatórios. E depois, ao contrário de outros pecados de outros pecadores – alguns, quiçá, potencialmente mais devotos - este meu pecado não aborrece ninguém. Só a mim, quando não ganho.

terça-feira, 12 de abril de 2016

O post da aposta

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Não gosto de ténis, não percebo as regras e nem desconfio – tirando dois ou três dos principais tenistas – quem são os intervenientes nos eventos. Deve ser por isso que com alguma regularidade, ainda que muito menos do que gostaria, vou acertando nos prognósticos. Pena é que o Santana lá da Santa Casa da Misericórdia não mande incluir outras modalidades no Placard. Sei lá, coisas do tipo Cricket, luta grego-romana, hipismo ou assim...

sexta-feira, 4 de março de 2016

Deixem lá os putos investir no placard, pá!

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Continua a ser noticia aquilo dos menores que são apanhados a jogar no placard. Como se isso fosse algo do outro mundo. Jornais, televisões e alarves diversos fazem um foguetório de todo o tamanho sempre que uns putos são avistados a investir uns trocos naquele jogo de apostas desportivas. Claro que se for tabaco ou droga não faz mal nenhum. Isso, como todos sabemos, é coisa muito menos grave e nem constitui assunto que mereça ser noticiado, punido ou, sequer, censurado.


Os últimos “delinquentes”, ao que rezam as crónicas, teriam entre quinze e dezasseis anos. E, grandes estróinas, gastaram um euro cada um. O suficiente para mobilizar a PSP para o local e o agente onde as apostas foram registadas ter à perna uma multa de milhares de euros. Parece, até, estarmos perante um crime de uma dimensão deveras preocupante. Mas não estamos. Preocupante é esta deriva persecutória. Mais dia menos dia os putos registam-se numa casa de apostas on-line e, no sossego do seu quarto, esturram muitissimo mais dinheiro. Ou ganham. Tudo livre de impostos. E é bem feito. Que esta cambada do politicamente correcto anda mesmo a pedi-las.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

"Zovens" com espírito de iniciativa...

Não conhecia o funcionamento do Placard, o mais recente jogo de apostas desportivas da Santa Casa. Foram as noticias acerca da miudagem que, alegadamente, anda a apostar naquilo como se não houvesse amanhã, que me motivaram a curiosidade de ver como se joga. Nomeadamente preço, valor dos prémios e a forma de apostar. E, sinceramente, não estou a ver razões para tanta indignaçãozinha. Nem, a bem-dizer, para indignação de espécie nenhuma. Acho, até, bastante razoável que os putos “invistam” no Placard. É barato, não é preciso estar à espera uma semana pelo resultado, não depende exclusivamente da sorte e, não sendo ganancioso, é relativamente fácil ir ganhando “algum”. Ao contrário dos outros jogos não dá prémios “fabulásticos” mas, sem muito azar, é possível multiplicar o valor da aposta mínima – um euro – por dois ou três.


Não quero com isto dizer que o jogo deva ser permitido a menores mas, que diabo, há coisas muito piores a que todos fechamos os olhos diariamente. Este caso, ao contrário de outros, revela até que os miúdos terão um louvável espírito de iniciativa. Apostam num jogo onde as probabilidades de ganhar, ainda que pouco dinheiro, são bem maiores do que aqueles onde os adultos apostam fortunas sem que daí tenham o mais pequeno retorno.


Também eu vou jogar nesta coisa. Irei apostar um euro na vitória do Benfica. Se o Glorioso não me desiludir recebo um euro e doze cêntimos...